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Chávena de Chá das Cinco

É chávena de chá só que agora bebe-se café

Chávena de Chá das Cinco

É chávena de chá só que agora bebe-se café

A importância de fazer análises

Carlota, 21.10.18

Desde criança que tenho imenso medo de agulhas. Sempre que era necessário levar uma vacina chorava às três pancadas e a única forma de me fazer comportar de forma minimamente correta era mesmo prometer-me que logo a seguir íamos comprar o meu gelado favorito ou comer a sobremesa que eu quisesse (mesmo à pirralha, mas pronto).

Não foi até por volta dos meus 13 anos, que as agulhas começaram a assumir um grande papel na minha vida. Praticamente todos os meses tinha que ir fazer análises a praticamente tudo, ou porque tinha que controlar a anemia que tinha na altura, ou porque precisava de manter um controlo ao que se passava com os meus triglicerideos e com o meu colestrol... 

Cheguei a ter problemas com a escola porque diziam que eu passava a vida metida no hospital a fazer análises. Lembro-me de ficar particularmente incomodada e até mesmo chateada com as observações feitas na altura. 

No fundo eu nunca cheguei a perceber o quão crucial era fazer análises até me deparar com uma realidade assustadora - a possibilidade de sofrer de diabetes. É uma doença que corre na família e assusta-me particularmente a possibilidade de algum dia chegar mesmo a sofrer deste mal que tantos mata. Tenho exemplos por perto do quão destruída a pessoa fica.

Penso que acontecimento após acontecimento, me tornei mais madura acerca do assunto. Sinto que me deram um abanão que me fez regressar è realidade e perceber que eu não sou menos nem mais que os outros e que não estou livre disto.

Quinta-feira fui ao médico e, por iniciativa própria, pedi para fazer análises. Cheguei à conclusão que prefiro saber se tenho algo ou se tenho riscos de ter, não quero que as coisas cheguem tão longe quanto vi chegar.

Por isso, se como eu têm medo do resultado das análises, peço-vos como cidadã preocupada que pensem nisto, que olhem no vosso redor e que reflitam acerca do assunto. Tirar sangue dói, mas preferem que a dor da espetadela de uma agulha de forma pontual, ou preferem espetar agulhas para o resto da vida, mais que uma vez por dia?

Pensem nisso como eu pensei e reflitam. Ter uma doença é mau, mas mais vale a pena descobrir a tempo que deixar que ela nos passe por cima mais cedo que aquilo que tem que passar (no caso de ser crónica, claro).

 

Atestados são a minha vida

Carlota, 19.10.18

Desde o último fim de semana que me tenho vindo a sentir bastante mal, e com mal quero dizer com grandes enchaquecas, com dores no corpo, garganta inflamada e etc e afins. Foi então, que ontem faltei às aulas e descobri que apanhei uma daquelas viroses manhosas que andam aí a circular.

Tenho um atestado que dura até hoje, e agora que penso nisso, os atestados são as coisas que mais me acontecem durante estes últimos meses. Podemos dizer que eu me viciei ligeiramente, penso eu (brincadeira, atestados nunca chegam por boas razões).

Enfim, hoje começo a sentir-me um pouco melhor, mas também tenho noção que tenho que acima de tudo descansar, visto que não quero piorar e quero curar esta coisa de vez.

Portanto, isto tem o lado positivo... uma Carlota doente equivale a um blog ligeiramente mais ativo, ao passo que uma Carlota recuperada equivale a uma bomba de stress que deixa o blog ao abandono. 

De qualquer forma, a todos que podem estar a ficar doentes desse lado, estamos juntos. Para aqueles que têm a sorte de não estar, então fiquem felizes por isso e desejo que não tenham que passar por isto.

Boa sexta-feira e pensem, está quase a chegar o fim de semana, amanhã não é preciso levantarmo-nos com as galinhas!

Isto do pós-operatório tem mais que se diga...

Carlota, 15.09.18

Dependo de toda a gente para fazer quase tudo, o que é algo que me intriga bastante!

Desde criança que sempre fui muito independente (isto após perder o medo de escadas, até lá dependia das pessoas para me ajudar) e não gosto que me façam tudo, nomeadamente as coisas mais básicas, como fazer a minha cama e preparar-me.

Com esta questão da operação, tenho visto a minha independência escapar-me pelos dedos radicalmente. Literalmente, eu preciso de ajuda para fazer quase tudo.

Dependo da minha mãe para tomar banho (e é à gato), dependo da minha mãe para me vestir e despir, para me calçar, para me pentear, para me lavar o cabelo (e é para dentro do lavatório que já vou com sorte), para me por creme no corpo, para literalmente tudinho.

Hoje, tive que arranjar o cabelo. A minha mãe, como é óbvio, não sabe as minhas rotinas e como eu funciono, não sabe os produtos que aplico no cabelo e quando o faço, não sabe os passos para o tratamento do cabelo, não sabe como o arranjo para que fique brilhante e sublime. Por outro lado, cabelos não é o grande forte dela (falemos de unhas com ela, porque eu sou um autêntico desastre), o que torna tudo mais difícil. Primeiro porque não tem o mesmo gosto ou paciência que eu, e depois porque tem imensa falta de prática e jeito. Eu tento sempre dar o meu jeitinho e explicar tudo, mas há coisas que é mesmo impossível eu fazer (como tratar to styling, visto que levantar os braços é tão proibido como a versão fiel das 50 Sombras de Grey na Arábia Saúdita. É melhor nem falar nisso...). É aí que a porca torce o rabo.

Por agora isto é o melhor que tenho e posso ter sequer. Não há muito a fazer. Tenho que me contentar com isto, mas confesso que me custa um pouco ver-me incapacitada.

Mas se fosse só a dependência de pessoas... dependo também de Ibobrufenos e de soutiens (ou devo dizer prisões de mamas de alta segurança, do género prisões do Suicide Squad), mas pior que tudo isto, dependo da mesma posição para dormir. Tive que abdicar do facto de dormir sempre de lado (como já é mais que óbvio) e tive que começar a dormir de barriga para cima e não me mexer muito.

Mal posso esperar por tirar os pontos, posso não conseguir fazer muito, mas sempre posso fazer qualquer coisita. Mas mais importante que isso, quero ficar a 100% e poder voltar a dormir sem soutien (como é que há mulheres que o fazem? Eu estou no maior sofrimento!). Isso e tirar os pensos. 

Enfim, tenho um montão de desejos e reclamações, quase sempre fiéis porque simplesmente não podem ir embora. Se estão num pós-operatório, estamos juntos. Se não estão, fiquem felizes por isso e vão a Fátima agradecer à Nossa Senhora (porque isto de ser tuga é assim, não há dinheiro cá para Vaticanos. Vá, isto é brincadeira mas se forem religiosos e assim considerarem, força minha gente!). Se vão estar em breve, muita força e tentem ser positivos - cada pós-operatório é um caso e cada pessoa é uma pessoa. Isto não é uma ciência exata.

Isto de ter salmonela não é brincadeira!

Carlota, 06.07.18

E olhem que não é mesmo, especialmente quando se descobrem pequenas grandes pontas soltas relativamente ao caso em questão. 

Tudo começou ontem durante o meu início de tarde onde estava a tratar da personalização do meu querido blog (repararam que andei em mudanças durante dias consecutivos? Pronto acho que estão concluídas *grito estridente de felicidade* Gostaram ou nem por isso?), quando o meu pai vem ao meu quarto para me dar a boa nova (deu para perceber a pontinha de sarcasmo, não deu? Vá não consegui evitar). E qual foi essa boa nova? Oh, parte toda de uma história interessante.

Então sucede-se que, quando me diagnosticaram a salmonela, os médicos não tinham a certeza absoluta porque ainda não tinham recebido o resultado de todas as análises que fiz (o que foi precisamente o contrário daquilo que transmitiram), então não me administraram nada para o bichinho por não terem a certeza (mal o menos, vá que eu não tinha e me estavam a dar algo que ainda me fosse deixar mais destruída por dentro).

Perante isto, sou informada que a bactéria ainda está dentro de mim por isso tenho que ter muito cuidado e não comer um número de coisas que resume a minha alimentação a cházinho e bolachinha Maria (não é que eu não goste, mas estou cansada de comer isto de tantas vezes que quase me as enfiavam pela guela abaixo), sem esquecer de beber muita água. Caso contrário, vou fazer-lhes uma visita durante mais alguns dias e eu não estou muito para aí virada (como é possível imaginar).

Agora, porque é que eu digo que ter salmonela não é brincadeira? É simples, estou a perder imenso peso, não tenho forças para nada, estou sempre cansada e sempre cheia de dores no corpo (provavelmente porque perco muito peso em pouco tempo e depois os meus ossos não conseguem suster tanto peso a menos). Não que me queixe de emagrecer, porque me dá uma ajudinha extra no meu processo de perca de peso, o resto é que é uma pena! E vocês perguntam como eu consigo ficar feliz por isto e ver o lado positivo, digamos que o meu "eu" de 13 anos sentava-se nas aulas de Ciências a pensar em como poderia ganhar uma ténia para perder 10 kg assim sem se esforçar. Enfim, aquela cabecinha não regulava nada bem! Agora limito-me a tentar ver um lado positivo da coisa, mas preocupa-me um pouco ficar sem forças.

Esperemos que esta coisa deixe o meu organismo depressa, já que é a única coisa que podemos fazer no momento.

A minha luta na cama de hospital

Carlota, 03.07.18

Olá!

Devem perguntar-se o que me aconteceu nos últimos dias para estar tão desaparecida e durante tantos dias seguidos. Infelizmente, os motivos não foram falta de tempo ou de inspiração, nem outro motivo bonitinho qualquer.

Sucede-se que comecei a ficar doente na quarta-feira, muitas dores de barriga e naúseas, não sabia propriamente o que era mas decidi tirar o dia e descansar para ir sair com as minhas amigas no dia seguinte. O problema é que, quando me levantei pela manhã, estava cheia de dores de barriga e quase desmaiei, fiquei com grandes dores de cabeça e febres altíssimas.

Assim, após a quinta-feira passar como um castigo vindo do Inferno, os meus pais levaram-me nessa noite para o Hospital. Resultado: internaram-me durante uma noite para fazer uns exames. 

Depois da noite e cheia de fios ligados ao meu corpo, fiz os exames e perante a degradação do meu estado, fui transferida para um outro hospital que era próprio para internamentos, onde tinham mais conforto e qualidade e uma ala pediátrica. Essa ala foi onde passei os meus dias até segunda-feira. E deixem que vos diga, não foi nada fácil.

Primeiro, eu fui para lá mas não fazia a mínima ideia do porquê, visto que nem os médicos sabiam ao certo o que diagnosticar na altura. Depois, apesar de ter um quarto só para mim e a companhia da minha mãe, rapidamente comecei a sentir falta de casa e das minhas rotinas, os horários e a falta de privacidade que tinha no hospital não me agradava. Entretanto, e não desfazendo o facto de ser falta de casa e do meu pai, a Nônô (para quem não sabe, é a minha irmã mais nova) fez anos, e eu não pude estar em casa e festejar com ela.

Como se tudo isto não fosse suficiente, eu não conseguia registar qualquer melhoria. Quer dizer, sabia que tinha predisposição para ter este tipo de doenças, mas estava a demorar muito tempo para me curar e foi aí que finalmente elaboraram o diagnóstico e o partilharam comigo - gastroentrite com origem bacteriana, ou seja, mais difícil de combater porque é um bicho que a causa, e o meu foi a salmonela.

Após lutar contra este bicho que tantas forças, cor e até peso me tirou, consegui sair do hospital ontem, extremamente cansada, mas feliz por ir embora. Estou em casa agora, com menos 4/5 kg que aquilo que tinha da última vez que saí daqui, estou melhor mas não a 100%. Passei por momentos difíceis, mas cá estou eu. Já consigo comer, pouco mas alguma coisa, e isso é uma grande vitória.

Cirurgia plástica aos 15 anos

Carlota, 30.03.18

Olá!

Após algum tempo afastada, decidi partilhar convosco um lado da minha vida muito mais pessoal que qualquer outro. 

Ao longo dos últimos meses, vocês têm vindo a conhecer os meus pontos de vista, as minhas peripécias e os meus gostos pessoais, mas há coisas que uma pessoa simplesmente tende a guardar para si própria, e este assunto é um deles.

Não vos vou contar porque vocês querem mesmo saber, até porque nunca me viram na vida e quem me vê no dia a dia só sabe o quanto necessito desta cirurgia quando eu própria dou abertura para falar do assunto.

Agora podem perguntar-se: então porque é que nos vais contar agora se é um assunto que já deu para entender que detestas falar? É simples, quero partilhar com vocês a minha ansiedade e o susto que tive há uns dias, mais precisamente ontem, dia 29 de março de 2018.

Entrei na puberdade muito mais cedo que outras raparigas, o que fazia de mim um alvo fácil de bullying, mas isso não vem ao caso no momento. O que sim, importa para a história, é que eu vi o meu corpo crescer e desenvolver-se demasiado cedo e de forma extremamente rápida. 

Não sei bem quando realmente começou, ou quando se veio a reparar em algo alertante, que era a incapacidade de comprar soutiens adequados que me fossem servir a longo prazo.

O certo foi que, por volta dos meus 14 anos (por esta altura, no passado ano de 2017), o meu pai insistiu comigo e com a minha mãe para falarmos com a médica que me acompanhava, e após meses de uma larga discussão acerca do facto de eu ter ou não um problema, fomos consultar quem realmente tinha conhecimentos válidos para avaliar a situação.

Lembro-me perfeitamente do dia em que tive que a minha médica viu o que aconteceu e rapidamente constatou algo que o meu pai já havia concluído há que tempos - efetivamente eu tinha uma deficiência nas mamas.

Não chorei. Pelo menos, não me recordo de ter chorado por causa disso. Na altura, eu era da opinião que não tinha problema nenhum e que eu simplesmente tinha um formato diferente e tamanhos que podiam distar muito um do outro, mas que não fazia diferença pois todas as mulheres têm uma mama maior que a outra.

Entretanto fui encaminhada para cirurgia plástica, esperei durante alguns meses e em Agosto fui finalmente à consulta. Falei com a cirurgiã, ela disse que me ia operar numas férias futuras que teria durante o ano e tudo ficaria bem. Explicou o que ia fazer com termos muito técnicos, mostrando onde ia tirar e voltar a por e enfim... resumindo, ia fazer-me uma reconstrução mamária.

Os meses foram passando e nada de me chamarem, foi então que dei por mim a pensar que iria demorar muito a ser operada pois a lista de espera devia ser infindável e cada vez mais existiam pessoas a entrar, sendo elas muito mais prioritárias que eu.

O problema foi ontem. Nunca tive tanto medo, quer dizer, medo não é a palavra correta. Talvez receio, e mesmo assim não consigo descrever realmente aquilo que senti.

Estava a dormir sossegada e a minha mãe foi acordar-me para me comunicar que me tinham chamado para ser operada já nesta segunda-feira de Pascuela. Teria que ir para lá domingo de Páscoa. Deslocar-me-ia ao sítio indicado pelo Hospital para comprar um soutien apropriado para o pós-operatório e a minha mãe ficaria comigo. Instantaneamente enchi-me de nervos, de ansiedade e tentei afastar tudo, mas a diferença foi que isso era mais que impossível. Tinha sido demasiado repentino. Do nada. Eu não me encontrava pronta para enfrentar o bloco operatório e tudo o que viria a partir daí.

Estava eu a mentalizar-me de tudo o que iria suportar nos dias seguintes quando o Hospital voltou a ligar à minha mãe a dizer que a operação afinal não poderia decorrer, pois o Estado tinha emitido um cheque para eu usar no privado, visto que os nove meses de prazo que o Público tinha para me operar tinham expirado.

Chorei. Chorei porque tive que passar pela aflição de ir à faca nos dias seguintes. De ter que confrontar-me com os resultados e as reações de todos os que me rodeiam. De poder enfrentar os mesmos problemas que me indicaram que poderia desenvolver se não fizesse a operação, ainda fazendo-a. Mas acima de tudo, mentalizar-me com a maior rapidez possível que era o momento de fazer aquilo e deixar os meus medos de lado - ainda que eles me governassem por completo. Chorei porque tinha passado por aquela angústia toda para nada. Para me dizerem que ia ter que repetir todos os exames que passei meses a fazer. Para me dizerem que afinal já não seria a minha vez. Para me tirarem aquilo que tinham dado. Senti-me a criança a quem lhe dão um presente para o tirarem depois.

O certo é que após horas de choro, entendi uma coisa. Nunca mais vou passar por isto. Nunca mais vou passar pela angústia de me dizerem que chegou o momento, eu ter que me preparar num espaço de tempo curtíssimo e me dizerem que afinal tudo continuará igual por mais tempo ainda.

Neste momento, para além de estar a escrever este post, estou a investigar o melhor sítio para ser operada. Estando dividida entre uma Clínica no Porto e um Hospital Privado qualquer. Os meus pais vão falar com uns amigos de forma a que eles dêem uma palavrinha a quem eles querem que me opere, o mais eficazmente possível, o mais rápido possível.

Eu tenho 15 anos, sofro de uma deficiência mamária que me pode causar diversos problemas no futuro. Quero ser operada, não pela estética, mas pelos tais problemas. Em breve vou enfrentar o bloco operatório e uma reconstrução mamária. Esta é a minha história.

Uma nova jornada?

Carlota, 13.01.18

Dieta, ajuste alimentar, mudança de estilo de vida, comer mais saudável... nomes infindáveis que lhe podemos dar (longa discussão que perderia o foco do post em si).

Antes de começar a explicar de onde esta "coisa" toda saíu: Olá!

Agora sim, vou falar um pouco mais desta decisão (meia forçada pelas controversidades da vida) que tive que tomar ao longo desta semana. Considerei em não escrever este post, mas como isto é um blog pessoal e de lifestyle, creio que faz todo o sentido partilhar esta parte da minha vida (quem sabe não há alguém que também esteja a considerar entrar neste processo de mudança de vida).

Então, a verdade é que após alguma reflexão decidi que estava na altura de mudar o meu estilo de vida e que precisava de tornar-me mais saudável. Por variadas razões, começando por problemas de saúde, continuando pelo nível físico (que também é um problema de saúde física). Não sou a miúda mais magra, nem a mais gorda, mas tenho excesso de peso, o que só por si não é nada benéfico.

Com isto, decidi finalmente começar uma dieta. Pela primeira vez, eu planearei a minha própria dieta. Já frequentei nutricionistas, mas nunca consegui comprar os planos alimentares que me apresentavam durante muito tempo, deixavam-me triste e desmotivada, o que fazia sempre desistir.

Este é apenas um post a falar sobre as razões que me levaram a tomar esta decisão, nada de conselhos ou coisas que faço (o que é óbvio porque ainda não fiz nada), mas planeio fazer alguns posts com a temática da minha jornada na perca de peso (porque é aquilo que se nota de imediato).

Sei que não foi nada de especial, mas partilhar este passo é bastante importante para mim. Vejamos se é desta que a Carlota perderá algum peso a sério, conseguindo mudar a sua vida para melhor.

 

P.S.: Peço desculpa por estar tudo muito à sorte, mas não tinha grande ideia do que dizer e por muito que tentasse, nada fazia muito sentido. Por isso, pensem neste post como as coisas na minha cabeça estão com esta situação - um "bocado" messy.