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Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

23
Set18

Perda de Peso | Sinto-me desanimada

Quando fui para ser operada, após diversos erros alimentares, estava nos meus 73,4kg. Quando voltei, e ainda incapaz de ter o meu intestino a funcionar, pesada 73,3kg. 100 gramas a menos, nada demais.

Confesso que esperava emagrecer no hospital, mas não me dei por vencida e continuei a batalhar. Cometi alguns erros alimentares desde que voltei para casa, erros que são difíceis de evitar visto que quem cozinha e decide o que cozinhar é a minha mãe. 

No entanto, para além de cometer erros mínimos, tenho andado a caminhar pela marginal de forma a praticar algum exercício.

Ontem fui-me pesar e pesava 73,8kg. Senti-me super triste e desmotivada, e tendo isso agregado ao facto de a roupa que experimentei numa loja me ter ficado super mal, o cenário piorou.

Pergunto-me porque não consigo passar daqui para menos. Estou tão perto de ir para a os 72kg, porque não consigo lá chegar?

Enfim, só quis partilhar um pouco do que estou a passar. Parece que das duas uma, ou a balança não se mexe, ou a balança só se mexe para o lado direito (para subir de peso). Não entendo porque está a acontecer isto...

04
Set18

5 coisas que aprendi durante a perca de peso

Quando iniciamos uma processo de perda de peso, aprendemos diversas coisas e ganhamos certas noções que até à data não tínhamos.

Com isto, não digo que estes conhecimentos caiam do céu, mas desde que iniciei esta caminhada, eu sabia que ia ter que a levar ao fim e que desistir não era uma opção, logo informei-me bastante com artigos na internet, vídeos no Youtube e até mesmo com a minha nutricionista (às vezes as pessoas têm medo de esclarecer dúvidas, mas os médicos estão lá para ajudar não há que sentir qualquer receio ou vergonha).

Por isso, e como podem haver pessoas interessadas neste tópico (descobri que o tópico da vida fitness e da alimentação saudável desperta bastante interesse nas pessoas), decidi partilhar com vocês as cinco coisas que aprendi durante o meu processo de perda de peso (claro que aprendi mais coisas, mas quero salientar aquilo que me surpreendeu bastante).

 

     1. Fruta não é igual a vida sana

Durante toda a nossa vida ouvimos que para perder peso ou ter um estilo de vida saudável é preciso comer muita fruta. Eu não comia fruta nenhuma e comecei a fazer isso, o que foi um erro daqueles grandes e graves.

É óbvio que comer fruta é importante, o problema é que fruta a mais engorda (e não é pouco, deixem que vos diga). A fruta não significa emagrecimento ou vida sana.

Nutricionalmente no máximo dos máximos podemos comer 3 peças de fruta pequenas por dia. Ora eu comia um canhão de maçãs... pois, não era uma boa opção.

Por isso, muita atenção à fruta que comem, é importante ter isso em consideração.

 

     2. As calorias não são o mais importante

E com isto não estou a recomendar que saiam por aí a comer croissants de chocolate (ai que queda, nem entremos por aí que dá-me logo uma vontade absurda de ir comprar um).

Quando comecei a dieta, pensava de forma errada e estava numa fase da minha vida em que anotava as calorias de tudo aquilo que comia e sempre que ia ao supermercado só queria saber daquilo que tinha o menor número de calorias possível.

No entanto, e apesar de a minha nutricionista me ter alertado que não calorias não deviam ser a maior prioridade, eu continuei a fazer o mesmo. Pois, cheguei a uma altura que saí a comer porcarias por aí.

Verdade seja dita, as calorias influenciam muito a nossa perda de peso, mas também o nosso peso. Muitas vezes, o que tem menos calorias, não é o mais benéfico até porque recorre a químicos para extrair as restantes calorias.

Lembro-me do exemplo das gelatinas iogurte. Eram o meu snack favorito porque tinham 15 kcal. Epá, maravilha! Eu realmente emagreci, mas chegou a uma altura em que precisei do resto.

Cheguei à conclusão que o valor nutricional é o mais importante, até por temos psicológicos. De que me adianta eu andar a comer produtos que sim senhora não têm muitas calorias, se depois chego a um ponto em que não aguento mais porque me faltam nutrientes e saio por aí a descascar em mais porcarias que aquelas que andava a comer?

Falamos muito mal do açúcar, mas a verdade é que nos faz falta. Uma parte de nós precisa de açúcar que encontra no alimentos, não podemos andar para aí a privarmo-nos dele constantemente, caso contrário chega a um ponto que chegamos ao ponto em que cheguei.

 

     3. É importante ter a cheat meal

Pode parecer um mau conselho, mas cheguei a essa conclusão recentemente. Eu não tinha uma cheat meal nunca. Sabem o que é nunca? É mesmo nunca! 

Associado ao facto de eu não comer açúcar, comecei a sentir mudanças de humor, mais tristeza e grande sentimento de raiva relativamente a tudo. 

O facto de eu não ter uma cheat meal levava-me ao ridículo de quando eu comesse algo que fugisse um pouco ao plano alimentar eu perder completamente os limites e o controlo, e isso acabava por se tornar numa bola de neve que me fazia nunca mais voltar à minha dieta.

Para além do mais, quando começamos a fazer dieta custa habituar-nos àquilo (a mim não foi tanto assim, mas muita gente passa muito mal com a redução das quantidades e com a privação de muitos alimentos), mas assim que o organismo se habitua a fazer aquilo todos os dias e a só comer aquela quantidade, aí cheat meal acaba por ser a demonstração de que não conseguimos mais e que estamos a evoluir

Às vezes fico com dores de estômago, o que me faz chegar àquele ponto em que digo "Eu não quero mais voltar ao ponto em que comia isto tantas vezes. Não aguento mais!".

Por isso, há que dosear e isto é uma daquelas coisas que é tabu e que uma pessoa pensa que se torna o fim da dieta, mas que na verdade é mesmo preciso.

 

     4. Para adocicar a alma

Isto é polémico e foi algo que me custou a aprender. Às vezes via a minha irmã a comer pão com Nutella ou doces todos os dias e eu tinha aquelas alturas em que desesperadamente precisava (porque era mesmo isso) de adocicar a alma.

Antes eu colocava manteiga e mel e fazia de conta que era o meu pão com Nutella. Mais tarde vim a descobrir que o mel não é a melhor opção, visto que tem 80% de açúcar.

A minha nutricionista deu-me outra opção bastante boa que é mesmo a compota. Ela explicou-me que tinha apenas 50% de açúcar o que se tornava numa melhor opção para quando me apetecesse comer algo doce.

 

     5. O mundo está contra mim

E é que está mesmo e será assim a vida toda.

Eu posso estar neste processo de perder o peso, mas a verdade é que eu não posso ganhá-lo de volta. Tenho que ter em mente que é preciso mantê-lo.

Algo que aprendi é que não sair com amigos e evitar shoppings são remédios santos. Porque a verdade é que eu sei que para além de sair de lá com a carteira depenada, volto de pança cheia.

Quem passa por isto sabe muito bem daquilo que estou a falar. A família, os amigos, até as próprias circunstâncias na vida, tudo conspira muito contra quem faz dieta. É os amigos quererem quase que atirar-nos com uma tablete de chocolate inteira pela guela abaixo, ou é tentarem-nos a ir comer porcarias... quando na verdade nós não queremos isso. 

Fazer dieta é difícil e quanto a isso não discussão possível, especialmente se nos rodearmos de pessoas que não têm, de todo, o mesmo objetivo de vida que nós. Por exemplo, tenho colegas que querem ter uma vida mais saudável porque foram confrontadas com o facto de que se continuarem a este ritmo, no futuro o corpo vai mostrar todas as porcarias que elas ingeriram até ao dia de hoje. Compram coisas ridículas para o fazer, e julgam-me muito pelas minhas escolhas. Querem ser saudáveis e tal, no dia a seguir trazer bolachas de chocolate recheadas para comer no dia a seguir. E pronto, a verdade é que termos que ser bons para nós e não esperar qualquer apoio dos outros, que só nos incentivam a desfocar e a comer porcarias dentro daquele pensamento do "És como és. Aceita. Vive com isso".

 

E pronto, estas são as cinco coisas mais recentes e importantes que aprendi durante este processo (que ainda está a decorrer) de perda de peso. 

Para quem também se encontra nesta caminhada, quais foram as coisas que aprenderam? Identificam-se com alguma das minhas aprendizagens?

 

 

30
Ago18

A meu processo de perda de peso | Os primeiros meses

Toda a minha vida tive problemas com o meu peso. Nasci com o peso de um bebé normal sendo eu permatura, e enquanto a minha mãe amamentou eu consegui manter-me relativamente normal. Convenhamos, sempre fui uma bebé gordinha, mas assim que a papa foi introduzida na minha vida, o meu peso subiu drásticamente e nunca mais consegui voltar ao normal. Com isto, nunca conheci outra coisa.

A primeira vez que fui a uma nutricionista, tinha 8 anos e era gozada por ser a única miúda gorda na escola. Na altura tinha uns 44kg ou algo do género, o que é o peso de algumas pessoas que podem estar a ler isto. Tentei seguir a dieta, mas lá está, eu tinha apenas 8 anos e era uma criança sem qualquer entendimento sobre o porquê de lá estar e porque se tinha que restringir quando as amigas comiam gomas, chocolates e todas as porcarias imagináveis. Deixei poucos meses depois e continuei a engordar continuamente.

Aos 13 anos voltei, mas não importa o quanto a minha nutricionista da altura se tivesse esforçado em tentar ajudar-me mudar a minha alimentação, eu poderia sofrer de diversos problemas com o meu corpo, só que nunca segui à risca o plano alimentar. Não tinha maturidade para o fazer e chorava com fome. 

Este ano, quando fui à pediatra ela enviou-me para a nutrição do Hospital, e minha gente, só saio de lá até perder o peso todo direitinho, isto aqui não há deixar de andar ou desistir.

Tinha ainda 15 anos quando comecei, na primeira consulta pesava cerca de 77,8kg. Excesso de peso de tal forma que não cabia dentro das tabelas e tiveram que criar níveis mais altos. Custou bastante engolir isso e o meu estado, mas no fundo estava consciente de que a culpa era minha e que desta vez ia ser a doer até eu emagrecer completamente.

Segui tudo à risca (pelo menos no que tocou à alimentação, porque confesso que me desleixei bastante na parte do desporto) e quando regressei dois meses mais tarde, pesava cerca de 74,9kg. Foi uma grande vitória para mim e fui parabenizada pela nutricionista, que ficou bastante satisfeita com o meu desempenho.

Entretanto, com o episódio da salmonela perdi ainda mais peso e já ia nos 73,4kg. Pois, até chegarem as férias. Toda a gente com a comida calórica, os churrascos, tudo. Eu vi a minha vida a andar para trás e quando este mês lá fui, pesava 75,5kg. Chorei e fiquei mesmo frustrada comigo própria. Por outro lado, sabia que lá está, eu era a responsável pelos quilogramas a mais.

Agora, duas semanas que já passaram desde a última consulta e fico bastante feliz por dizer que emagreci. Ainda não cheguei à casa dos 73kg, até porque isto não é chapa cinco, ainda fiz umas asneirinhas aqui e acolá, mas o certo é que alcancei os 74,3kg.

Sinto que estou num processo complexo, mas sei também que as próximas semanas serão um grande contribuidor para a minha perca de peso. Não quero partilhar (pelo menos por enquanto) aquilo que vai acontecer, ficarão a saber quando for altura, mas sei que contribuirá e sei que ajudará de certa forma a que eu chegue ao peso normal.

Dito isto e posta a situação, só decidi partilhar o sentimento de vitória que me consome com estas notícias. Tenho-me esforçado imenso e assim quero continuar a fazer, porque quero ter mais saúde, porque quero conhecer outra realidade e porque estou cansada de viver num corpo do qual não gosto. Sei que me devia aceitar, e é precisamente por isso que quero mudar. Porque é preciso aceitar mas eu quero melhorar a minha vida em todos os aspetos.

Fiquem antentos às próximas semanas, pois partilharei algo extremamente marcante para a minha pessoa. E se Deus quiser, continuarei a fazer estes updates na minha perda de peso. Porque me sinto bem a fazê-los e porque preciso de desabafar com alguém que possa estar a passar pelo mesmo. 

De qualquer maneira, é isto. Ainda não passou o primeiro semestre, isso só a 5 de outubro, mas sei que está na altura de me começar a preocupar comigo própria e a dar valor à vida e às coisas pequenas que me rodeiam.

Se estão a passar por isto, não desistam malta, há altos e baixos e pensem, têm aqui um exemplo vivo de uma pessoa que anda a tentar intensamente mudar de vida. Não estão sozinhos.

16
Ago18

Eu engordei.

Decidi trazer um desabafo porque estou a sentir-me triste nos últimos tempos. Estou triste, estou sem inspiração, sem motivação e sem vontade nenhuma de fazer alguma coisa. Já tentei de tudo para me animar, entre a terapia das compras (que daqui a umas semanas me deixará bastante infeliz) e até mesmo tentar mentalizar-me de que isto é uma fase e tudo vai correr melhor. Sei que por vezes não parece e que parece que estou acima de tudo, mas a verdade é que os últimos tempos não têm sido fáceis e eu tenho tentado mentalizar-me que isto é apenas uma fase e que as coisas vão melhorar, só que elas não melhoram nada e só pioram cada vez mais. Acho que todos temos momentos na vida em que pensamos que tudo e todos estão contra nós e que o universo só nos prega partidas e nos deixa infelizes. É o caso.

Não vou alongar-me muito acerca das razões pelas quais me encontro triste e até um pouco infeliz, vou focar-me num acontecimento que tem vindo a acontecer e que me fez ficar ainda mais desmotivada e até derrotada. Não é segredo para ninguém que tenho problemas com a minha aparência física e com o meu peso, e que por essa razão comecei a tentar melhorar este aspeto e, para tal, comecei a ser acompanhada por uma nutricionista.

Os resultados foram aparecendo, é verdade. No entanto, eu ainda não os sinto e esta segunda-feira tive a minha terceira consulta e voltei com mais um quilograma. Para vocês pode não parecer um grande drama, mas para mim é. Não porque engordei um quilograma porque isso é normal, o que não é normal é perder mais três quilogramas desde a última consulta e engordar quatro quilogramas no espaço de um mês. Sinto-me derrotada e tento conter as lágrimas porque me sinto desiludida e porque sei que a culpa é minha. Raramente faço cheat meals e talvez esse seja o problema, mas verdade seja dita não está no meu plano alimentar. O meu problema é que sigo tudo tão à risca que no momento em que relaxo um bocadinho fico descontrolada e como tudo aquilo que queria ter comido e tive que suprimir. Os gelados que queria ter comido quando saí com as minhas amigas e as garrafas de água que tive que beber em vez disso. As vezes que vi toda a gente a comer chocolates e eu comia bolachas de água e sal. As vezes em que elas comiam hamburgueres e eu comia saladas ou sandes de frango grelhado.

No último mês cometi muitos erros na minha alimentação, mas não importava o quanto eu tentasse contornar esta situação, eu não podia evitar porque nem ao meu controlo estava. O que é que eu faço quando a minha família decide cozinhar comida calórica em todos os jantares e almoços de família? O que é que eu posso fazer quando esses almoços e jantares são todas as semanas entre duas a quatro vezes? Podia comer menos, e é o que eu faço a certo ponto, mas a verdade é que isso tudo mexe comigo e com a minha rotina.

A minha nutricionista disse que esta seria a minha vida até ao fim dos meus dias, toda a gente contra mim, o mundo contra mim e contra aquilo que eu estou a tentar fazer. 

Sinto que voltei à estaca zero, ainda que esteja a alguns quilogramas desse cenário. Tudo isto deixa-me culpada, deixa-me atormentada e frustrada comigo mesma. É como se estivesse a decorrer uma guerra entre várias fações no meu corpo.

Este post nem deveria ter visto a luz do dia e está bem horrível, mas tenham em conta que estou a acabar isto em lágrimas e que comecei a escrever isto a engoli-las. Além do mais é bastante tarde mas é assim. Precisei de desabafar. Obrigada.

21
Abr18

#2 Pouco a Pouco | As primeiras duas semanas

Olá!

Após as primeiras duas semanas de dieta (estamos perto da terceira), já posso começar a dar o feedback da coisa, pois já ando nisto há meio mês (sim, sou daquelas que sente estas duas semanas como se fossem dois meses ou até anos)!

Confesso que já comi algumas gordices, mas eu tenho conseguido eliminá-las (especialmente nesta última semana, que foi feita de todo um exercício físico exagerado), o que acaba por não se refletir nos números que se representam na balança (ou pelo menos eu é que não noto).

Assim, é com grande alegria que divulgo que os resultados estão a começar a aparecer! Fico feliz sempre que a balança me dá boas notícias (quem não?), mas tenho consciência que não me posso desleixar e que ainda há um grande caminho a percorrer, não tão rígido como agora, mas isto é um compromisso para a vida toda!

A minha alimentação mudou drasticamente, o que se tem vindo a refletir nas opções que tomo e sinto-me bastante 'desintoxicada', se é que isso faz sequer sentido. Tenho-me tornado mais consciente do facto de a minha alimentação não ter sido sempre a melhor, o que eu desconhecia.

Então é por isso que decidi anunciar que consegui perder 2kg durante este tempo. Pode não ser muito, mas significa muito para mim e fico bastante satisfeita e feliz com isso.

Enfim, agora é manter, não é verdade?

pouco a pouco.png

 

02
Abr18

#1 Pouco a Pouco | Introdução

Olá!

Hoje, por alma do Diabo (que arda no Inferno), tive que sair da cama às 09:00, despir o meu pijaminha quentinho, vestir-me, andar à batatada com o meu cabelo (já me arrependi de ter feito tranças anteontem), e sair em pleno dia de chuva com o intuito de ir ao Hospital.

Tal como já referi anteriormente, estou num processo de perda de peso, o meu problema é duas simples coisinhas bem básicas - não está a resultar muito bem e a motivação e a euforia do início do ano já passaram (os problemas das realizações do novo ano).

Assim, quando fui à pediatra este ano, ela encaminhou-me para a nutrição, já que para além de precisar de perder peso, tenho mesmo que o perder por questões de saúde maior.

Ora, lá foi a Carlota à consulta da nutrição com o pai. Pesou-se e tal, e até ficou surpreendida com o peso que tinha, já que a semana que passou foi cheia de descuidos alimentares (em 7 dias, comi 4 vezes fora, uma por cada dia, e em casa não foi melhor).

Tendo posto isto, fui atendida por duas médicas muito simpáticas (graças à santa, pelo menos isso) que me lançaram o desafio de perder 1kg por mês (eu penso que perco mais à vontadinha, mas pronto. Há que começar pela mó de baixo).

Fizeram-me um planinho alimentar e tudo (o que é interessante, pois parece que os nutricionistas fogem à palavra dieta, quando o próprio paciente sabe o que aquilo realmente é)!

Agora, eu sei que parece que estou sem vontade nenhuma (eu própria pensaria isso se me visse a mim própria), mas a verdade é que vontade eu tenho, para dar e vender! O problema é que não tenho motivação e não acredito mesmo que vou conseguir tal proeza. 

Mas vamos indo, vamos vendo! Durante este processo duro, vou obrigar-me a mim mesma a partilhar aqui os meus descuidos (enquanto me escanizo em público e mostro o quão pessoa sem domínio próprio sou), pode ser que cometa menos.

Por isso, vão ter que aturar uma Teenage Girl Biggest Loser Winner wanna be durante uns tempos.

pouco a pouco.png

 

 

 

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