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Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

21
Set18

O meu primeiro verdadeiro dia de aulas

Foi ontem mesmo. Apesar de ter começado a escola logo dia 5 de setembro, apenas fui aos dias que não se faz nada (os primeiros dois) e desde aí que me ausentei devido à cirurgia e a uma parte da recuperação.

Porém, e ainda tendo atestado médico até ontem, decidi que estava na altura de retomar a minha vida normal e que isto não haveria de condicionar a escola, até porque não fiquei inválida.

Falando mais consistentemente deste primeiro dia, se há palavra que o descreve, essa palavra é confuso. Senti-me completamente à toa, até porque descobri coisas que não me tinham comunicado, trabalhos dos quais não fazia a mínima ideia, mas ainda tive que me deparar com o facto da paper party - nunca recebi tanta papelada de uma só vez durante as oito horas que integram o meu horário (é que nem na hora de almoço me escapei).

Foi um regresso um tanto ou quanto diferente daquele que alguma vez pensava que teria, já que maior parte da turma (isto porque tinha duas ou três amigas que já tinham conhecimento do meu regresso) desconhecia o facto de o meu cativeiro ter terminado. Portanto, poderia ser ranhosa e dizer que fui muito mal-recebida, mas a verdade é que muito surpreendentemente, isso não aconteceu. Pelo contrário, fui bastante bem recebida comparativamente ao que imaginava.

Já falei várias vezes do que sempre senti enquanto estudante de secundário e o papel que a minha turma desempenha neste meu lado do qual vocês pouco sabem sobre mim, mas penso que as coisas podem ter mudado (e digo isto com imensa esperança).

Quando cheguei todos vieram ter comigo, perguntar como eu estava, se precisava de alguma coisa, puseram-me a par da situação corrente nas disciplinas, no fundo todos foram agradáveis comigo (até aquele grupo que ignorou a minha presença, porque esses realmente mais vale a pena estarem caladinhos).

Em síntese, apesar de me ter sentido um pouco à deriva dos acontecimentos, sinto que ambos os professores e os alunos me tentaram fazer sentir que não havia grande problema e que tudo correria bem, que se precisasse de algo não podia não hesitar.

Confesso que houve amigas que realmente considero bastante verdadeiras e que essas têm sido uma grande fonte de apoio. Almoçaram mais tarde (após a fila dissipar um pouco) por minha causa, visto que não posso correr. 

Foi um bom dia, foi divertido e finalmente senti que era um ser humano ativo e útil, já que todos me fizeram sentir desse modo. Senti que fiz falta, por um lado. Senti-me feliz com isso.

 

02
Set18

O que é ser blogger e estudante

Hoje decidi trazer-vos um post baseado na minha experiência de 8 meses aqui na blogosfera (quem me ouve falar parece que é de um ano).

Podem pensar que é pouco tempo para eu me atrever a fazer este post, mas há bastantes coisas que eu tenho descoberto enquanto estou na blogosfera, mas algumas situações que se sucedem, principalmente, por causa do facto de ser estudante (com alguns anos pela frente, Deus queira).

Por isso, hoje trago-vos a perspetiva do que é ser blogger enquanto se é estudante.

 

 

what blogging is like.jpg

 

      ☆ Blogar quando dá e onde dá

Sejamos sinceros, quem tem um blog por gosto tem dificuldade em mantê-lo pois reconhece que, não desfazendo o seu papel na nossa vida, reconhece que há prioridades acima de o manter. Por isso, quando começamos a entrar em ritmos extremos acaba por se tornar difícil consiliar e ainda que às vezes nos rasguemos para vir e que hajam semanas em que até custa respirar, a verdade é que nós blogamos quando dá.

Por vezes, eu blogo em folha de papel que depois copio para aqui (convenhamos às vezes até são folhas de rascunho de testes que enfio na mochila e faço de conta não ter para quando alguém vier perguntar pela minha).

 

     ☆ A relação entre tags, rubricas e desafios

Maior parte das vezes tornam-se os melhores amigos. Para quem é old school sabe que eu cheguei a um ponto em que acabei com o desafio da 52 Semanas porque simplesmente, apesar de ser relativamente fácil de fazer, ao menos não era. Naquela altura, eu mal tinha tempo para vir ao computador, quanto mais.

Mas quando falo em tags são aqueles easy go que se tornam nossas fiéis amigas. São simples e rápidas de responder e não requerem tanta edição quanto isso.

Relativamente quanto a rubricas, falo daquelas que dá para fazer enquanto se lancha ou enquanto se vai no autocarro, como é o caso da minha nova rubrica que fala muito de uma parte da minha vida à qual vocês nunca tiveram acesso até ao momento.

 

     ☆ Quase todos os posts são programados

É uma realidade à qual todos nós recorremos. Convenhamos, este sistema de programação de posts é bom para todos nós. Eu confesso que até nas férias eu programo posts (ou acham mesmo que me levanto às 08:30 para os posts saírem às 09:00?), ou seja, publico-os quando me é conveniente.

Com isto tudo, maior parte dos posts que vocês vão ler daqui em diante são programados (se bem que este e os anteriores são todos programados de há muito, muito tempo).

 

     ☆ Férias iguala bloqueio criativo

Manter um blog durante o tempo de aulas tem os seus pontos fortes e fracos comparativamente a mantê-lo durante o tempo de férias. Este é um deles. 

No geral, quando mantemos o blog durante o tempo de aulas ficamos preocupados ao deixá-lo a pão e água, mas acima de tudo, estamos sempre cansados demais. Por outro lado, como postamos muito menos, as ideias têm a mesma duração que as pilhas Duracel.

Verdade seja dita, quando estamos de férias não somos metade do produtivos e estamos sempre relaxados (até chegar ao ponto em que relaxar é cansativo, mas isso não conta), o que nos dá mais tempo para dar o saltinho básico e vir escrever. Pois... só que agora nós não conseguimos ter ideias suficientes para acompanhar o ritmo com que escrevemos e publicamos posts (confesso que me sinto num bloqueio criativo agorinha mesmo).

 

     ☆ Ter receio de ser descobertos

Bloggers anónimos no geral, acusem-se se nunca sentiram o receio de serem descobertos. Claro que os nossos colegas de escola ou de trabalho não tinham cérebro suficiente para juntar as pecinhas, mas verdade seja dita, nunca vos passou pela cabeça que isso pudesse acontecer?

Houve várias vezes, no início, em que pensei contar que tinha um blog. Quando assim à toa decidia falar de blogs que eu seguia (numa tentativa de apalpar terreno, sabem?) toda a gente dizia "Fogo que falhado, tem um blog e não ganha nada com isso". Foi o dia em decidi nunca dizer nada e manter o meu anonimato até me ver livre dessas pessoas (portanto se esperam ansiosamente um face reveal são capazes de ter que esperar muitos, muitos anos).

 

     ☆ A falta de apoio por parte dos pais

A minha ideia de criar um blog já vinha de algum tempo, mas de todas as vezes que falava abertamente com os meus pais, eles reprovavam a minha decisão e nunca contribuiram ou mostraram uma palavra de amparo ou apoio perante o meu estado.

Atualmente, essa é a razão pela qual ninguém da minha família sabe do meu blog. E para ser o mais franca possível, não sinto falta daquele apoio incondicional ou das palavrinhas de motivação e incentivo ou do reconhecimento aos olhos deles. Eu encontrei isso em mim própria e nos amigos que fiz por estas bandas (obrigada, amiga. Sabes quem és. Estou cá para te dar as palavras de apoio também, sempre que precisares ou mesmo que não precises. Keep it up). No entanto, se algum dia eles tiverem que saber, saberão sem problema algum (até porque espero que seja para os calar a todos) e será o dia em que lhes poderei dar a chapada de luva branca que merecem (mas para ser honesta, espero que nunca cheguem a saber e que se esse dia chegar eu já não seja dependente deles).

 

     ☆ A vontade de mandar tudo cá para fora

Confesso que faço isto mais que o que devia, mas recentemente adotei aquela filosofia de blogger que se resume ao facto de "O blog é meu. Eu escrevo o que eu quiser e ninguém tem nada a ver com o assunto. Se eu quisesse falar dos animais do Zoo de Lisboa, eu falava dos animais do Zoo de Lisboa. Sabem porquê? Porque o blog é meu e eu quero falar dos animais do Zoo de Lisboa. Fun fact: eu só estive no Zoo da Maia durante quinze minutos e nunca mais lá voltei por isso isto foi só uma forma exagerada de exagerar ainda mais o exagerado" e desde que o fiz, acabei por me perdoar mentalmente por despejar tudo para aqui.

No fundo, isto de deitar tudo cá para fora é inevitável. Enquanto o Youtuber teria que falar, eu não. Às vezes estou na escola e trataram-me mal e eu não gostei ou então sinto-me desmotivada com algo ou então estou num momento difícil da vida, passa-me sempre pela cabeça vir deitar tudo aqui para o mundo ver. Acabo por não o fazer maior parte das vezes porque ninguém tem que levar comigo e porque eu própria não gosto de partilhar tudo. Acabo por escrever mas acabo por mandar para os rascunhos ou descartar o post. Não procuro contar tudo timtim por timtim. Mas a vontade é bastante grande, admito. 

 

     ☆ Levar com o gozo inocente

Isto vem meio que subjacente ao quinto ponto. Sabem que como pessoa dos 00's, adolescente neste momento, toda a gente vê vídeos no Youtube, toda a gente segue influencers no Instagram e toda a gente tem sempre algo a dizer.

A questão é que muitas vezes gostam de comentar coisas que não lembra ao menino Jesus (pelos vistos até o Twitter fica viral e tudo). Mas pior que isto, é que depois se nomeiam fãs da pessoas. So sad...

Continuando, quando alguém mais pequeno surge ou quando aquele tema do "vou fazer de conta que sou uma beauty guru", eu sei que vou ser gozada à forcinha toda. Mas lá está, é um gozo inocente porque não sabem desta vida dupla que eu levo. Não sabem a diferença entre a Lotinha (sim porque Carlotinha não soa bem, então como tudo se trata por inha o pessoal tem que fazer os possíveis) e a Carlota. Não sabem nada de nada, o que muitas vees acaba por se tornar em algo incomodativo. Porque ainda que não sinta falta de ser identificada como blogger (até porque aí sim podia acusar as pessoas de voluntariamente gozarem comigo), não gosto que citem as frases que eu disse no meu último post sobre maquilhagem (coincidência, mas ainda assim) naquele tom de chacota.

Sinto que ainda não estão preparados para aceitar os gostos de cada um e as identidades de cada um. Por isso, mais uma razão para ficar quietinha no meu cantinho.

 

 E bem, estas são aquelas coisas que qualquer blogger estudante se sente identificado, ou pelo menos, mais ou menos identificado. Contem-me as vossas experiências enquanto bloggers estudantes e digam lá quantas vezes as pessoas não vos criticaram sem saberem que vos estavam a criticar? E isto conta as temáticas que vocês abordam, as coisas que dizem e as coisas que partilham no geral.

17
Ago18

Verniz Gel | A minha experiência

Já andava a pensar bastante acerca do assunto quando decidi avançar e realmente aplicar o verniz gel. As razões que me levaram a fazê-lo passaram por sentir que as minhas unhas eram feias e lá está, eu queria ter unhas bonitas como todas as outras.

Investiguei bastante o assunto, li artigos na internet, li opiniões e experiências, vi vídeos acerca do tema e cheguei finalmente decidi que era algo no qual devia investir, por isso dirigi-me à minha esteticista e lá tive as minhas unhas bastante perfeitinhas.

Posso dizer que nunca tive unhas tão bonitas, mas a beleza que me trouxeram não compensou os problemas que me causaram. Ao fim de uma semana, uma unha partiu ligeiramente e eu decidi manter até à próxima sessão, onde renovei tudo direitinho e ficou muito bem. Adorei o serviço e tal, até que a unha partiu a meio praticamente.

Foi graças a esta desilusão pela qual passava cada vez que as unhas partiam, que tomei a decisão de tirar. Os problemas que me davam versus o dinheiro que gastava em manutenção não se mostraram pontos a favor, para além de que poderia canalizar esse dinheiro em coisas que realmente me fariam mais falta.

Não sei se é do sítio, ou da técnica, ou mesmo de mim, o certo é que não me encontro nada satisfeita com o resultado final. Tive uma conversa com especializadas que me disseram que verniz gel não é a melhor opção, visto que a broca raspa na unha, tornando-a mais fraca e suscetível a partir, o que em casos como o meu, em que as unhas já eram fracas, não torna a coisa muito positiva.

Assim, por experiência própria, aconselho a que se tiverem unhas fracas não se queiram por a inventar (como minha pessoa) e aplicarem verniz gel porque ao contrário do que possam pensar, não as tornará mais fortes. 

 

 

28
Jul18

The Intern | A experiência vem com a idade

Ao longo desta semana consegui arranjar um furinho na minha agenda para fazer algo que já não fazia há algum tempo - procurar um filme e relaxar enquanto o via.

Desde o ano passado que me tornei uma pessoa de séries. Cada vez que tenho tempo (e também para aproveitar para criar assunto para posts) vejo sempre as minhas séries, tenho uma de quase todos os géneros, mas não é sobre séries que vim falar hoje. Em vez das típicas séries, trago um filme que já saiu há uns anos mas que foi recomendado por uma youtuber que sigo (sou a única que vai ver os vídeos antigos de certos youtubers?).

O filme chama-se "The Intern" e retrata realidades bastante controversas e paralelas, e tem como protagonistas Anne Hathaway e Robet De Niro (acho que só por aqui já podemos ter a certeza que o produto final não pode ser classificado como menos de "excelente").

 

Sinopse:

Ben Whittaker (Robert De Niro) é um viúvo com 70 anos que descobriu que a reforma não é tudo aquilo de bom de que as pessoas falam. Aproveitando uma oportunidade de voltar à ativa, ele se torna estagiário sénior de um site de moda, - About the Fit - criado e gerido por Jules Ostin (Anne Hathaway), com quem cria uma forte amizade.

 

Review:

Considerei o filme uma espécie de comédia leve agregada a um misto de emoções que são capazes de nos deixar em lágrimas. É uma história bastante interessante que nos transporta para aquilo que cada vez mais é o século em que vivemos. Uma cena que adorei foi quando Ben e Davis - um jovem estagiário que começa a desempenhar as suas funções no mesmo dia que Ben - ocupam as respetivas secretárias. Ao passo que Davis retira apenas instrumentos tecnológicos e os coloca em cima da mesa, Ben coloca em cima da mesa todos os componentes que já estão incluidos no computador.

Acompanha também a jornada de Jules como a criadora de um projeto, uma mãe, uma esposa, uma mulher com uma carreira brilhante que reúne todas as condições para continuar a crescer juntamente com o seu projeto, e como a sociedade a encara. Tal como já referi em reviews de filmes anteriores, não é comum vermos uma mulher no poder, muito menos a largar a vida de dona de casa e a deixá-la para os maridos. 

Por outro lado, podemos ver um pouco de Ben e como a sua experiência de vida acaba por ajudar Jules em termos profissionais, mas também pessoais. É interessante ver como as gerações mais jovens não ouvem as opiniões dos mais velhos graças à sua arrogância e às suas ideias pré-concebidas (eu própria sou reflexo da estupidez da minha geração), mas quando realmente erram e ouvem os conselhos que aqueles que viveram mais anos que eles, acabam por admitir toda a sabedoria que estão por trás dessas palavras.

Assim, posso dizer que recomendo este filme a 100% para quem está disposto a disfrutar de umas boas duas horas e a divertir-se, aproveitando também a simbologia que se encontra nesta longa-metragem - a experiência de vida é, por vezes, superior que aquela adquirida a partir da Educação. A competência não se mede a partir dos números das classificações dos testes, mede-se a partir da capacidade de atuar quando é necessário e de entender quando esse momento chega.

Uma vez mais, se despertei o interesse de alguém (ou se não despertei pode ser que isto desperte), deixo aqui o trailer:

 

 

26
Jun18

A minha primeira experiência no Secundário

Sei que já falei disto anteriormente, mas agora que tudo está definitivamente acabado (já recebi as notas e vou fazer a renovação de matrícula ainda esta semana), quero contar a minha experiência integral nesta coisa do secundário.

First things first, tive imensas disciplinas (frequento uma escola com programas próprios financiados pela Europa), algumas teóricas (disciplinas de exame) e algumas disciplinas práticas (disciplinas lecionadas no Ensino Superior). Apesar da grande carga horária, não sinto que tenha sido um ano muito difícil, no seu geral. Claro que houve matérias em que bloqueei, e cheguei a ter break downs.

Lembro-me de chorar de cansaço e frustração, ou porque esta stressada ou porque me sentia subcarregada ou porque os resultados nem sempre corresponderam às minhas expectativas. Recordo-me particularmente na altura em que fiz diretas a estudar, acabava por ir para os testes cheia de dores de cabeça e com vontade de vomitar para cima do teste.

Não desfazendo, também sei que houve momentos melhores. Por exemplo, orgulho-me particularmente das notas do 1º período (ainda que a média das mesmas me desse uma média muito mais baixa que aquilo que considerava), pois contradisse o padrão que todos me pintaram sobre a dificuldade do secundário.

Tenho que admitir que foi um ano muito difícil para mim. Entre ter que lidar com problemas pessoais, assuntos escolares, a adaptação a um sistema de ensino completamente diferente daquele ao que estava acostumada, e ao ver-me sem as minhas amigas do costume, que eram o meu porto seguro.

Fui para o colégio que frequento absolutamente sozinha. As minhas amigas seguiram o seu caminho, mas ainda se viam porque eram da mesma escola. Eu fiquei sozinha e tive que começar do zero. No início do primeiro período chorei com as saudades, sentia que não pertencia ao lugar onde me encontrava, não sentia grande confiança com as pessoas (como ainda não sinto com a maior parte), e quando as coisas corriam mal pessoalmente podia apenas mandar mensagem ao meu grande, especial amigo, que acabou por se afastar de mim a longo prazo (ainda falamos, mas já não tanto quanto antes).

Tenho que reconhecer, que ainda contando com todas as dificuldades a níveis de matéria (leia-se Matemática A em específico), dos problemas que tive que enfrentar durante este tempo, e ainda dos meus problemas de adaptação, consegui atingir o objetivo principal - a média com a qual o último aluno da Faculdade que pretendo frequentar entrou no ano passado.

Aproveito para compartilhar qual é a Faculdade que tenho debaixo de olho, que é a FEP (Faculdade de Economia do Porto). Assim, ainda que duvido que se interessem, compartilho com grande alegria que consegui uma média relativamente alta, suficiente para eu ter uma base no ingresso à Faculdade.

Assim, para todos aqueles que vão entrar agora no secundário, aconselho apenas que não temam o desenho exagerado que vos está a ser pintado, só vos cria ansiedade e isso não é benéfico. É preciso mais trabalho, mas mesmo assim, não é tão dramático quanto é pintado (a menos que não tenham qualquer hábitos de estudo).

Espero que os exames tenham corrido bem a todos aqueles que se proposeram a fazê-los, e muito boa sorte para aqueles que vão agora ingressar o Ensino Superior. Para aqueles que continuam no Ensino obrigatório, para o ano há mais, por isso aproveitem as férias enquanto podem (elas passam mais rápido que o que pensamos).

 

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