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Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

26
Jul18

Red Band Society | As histórias de jovens inspiradores

Vi esta série há mais de um ano e é, provavelmente, uma das séries mais bem realizada e produzida que vi. Não querendo comparar a outras séries sobre as quais disse o mesmo, algo que distingue esta série das restantes é o ambiente e o conteúdo.

Um trabalho de Steven Spielberg sobre um tema poucas vezes abordado, de uma forma tão fantástica e épica que deixa qualquer um sem saber como reagir. Mas deixando-me de filosofias, vamos lá dar uma ideia do que estou a falar.

 

Sinopse:

A história acompanha a vida de seis adolescentes com sérios problemas de saúde que vivem na ala infantil de um hospital. Leo Roth (Charlie Rowe) é um rapaz de dezasseis anos que sofre de cancro. Internado há um ano, ele sente-se frustrado com o seu tratamento. Leo divide o quarto com o recém chegado Jordi Palacios (Nolan Sotillo), um imigrante ilegal que foi para os EUA em busca de tratamento. Este sofre, também, de cancro e terá que passar por uma cirurgia. Jordi desenvolve um interesse por Emma Chota (Ciara Bravo), uma jovem que sofre de anorexia.

No grupo também estão Kara Souders (Zoe Levin), uma cheeleader que foi internada após desmaiar durante os treinos, e Dash Hosney (Astro), amigo de Leo que sofre de fibrose cística e está determinado a viver cada dia como se fosse o último. A história é narrada por Charlie (Griffin Gluck), um menino de doze anos que está em coma.

No elenco também estão Octavia Spencer, que interpreta a enfermeira Jackson, uma mulher durona e intuitiva, Rebecca Rittenhouse interpretando a enfermeira Brittany Dobler, uma novata na ala pediátrica, e Dave Annable é o Dr. Jack McAndrew, oncologista pediátrico.

 

Review:

Achei a série bastante interessante porque narra a história de diferentes perspetivas. Ainda que o Charlie narre a história, podemos ver como é que todas as personagens se relacionam, como se sentem e até mesmo como lidam as suas próprias doenças e problemas, bem como os dos outros.

É, sem sombra de dúvidas, uma história sobre viver, sobre lutar e dá-nos uma perceção completamente diferentes destes dois conceitos. Desde que vi a série que vivo a vida de forma diferente, pensamos sempre que estamos mal mas há sempre alguém que vive em piores situações que nós. Pode parecer uma série bastante pesada, pois mostra-nos seis lutas constantes de miúdos que têm como casa um hospital, mas é precisamente o contrário. É fácil de ver, é leve de ver e, pessoalmente, ensinou-me a viver e vez de me agarrar constantemente à negatividade.

Para os interessados, deixo aqui o trailer:

 

 

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