Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

03
Set18

#6 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Sou uma pessoa ridícula e pirosa. Dei-me conta disso ontem à noite durante a programação de uns posts.

Vocês perguntam agora "Mas porque dizes isso, Carlota?". Ora bem, minha gente, tenho todos os motivos para o dizer e enumerarei as provas da minha constatação.

Ponto número um, eu choro ao escrever e reler os meus próprios posts. Nunca conheci alguém que fizesse isso, mas dependendo do post, acontece mais vezes que o que imaginam.

Eu sei, sou pirosa. Mas isso até aí já eu tinha percebido. Ficam vocês a saber agora que a Lotinha Belinha é um tanto ou quanto pirosa quando se trata de escrever posts.

03
Set18

A perda

Durante os meus 16 anos muitas pessoas entraram e sairam da minha vida. Umas porque simplesmente seguiram caminhos diferentes, outras porque simplesmente quiseram sair e outras que me fizeram sentir culpada por se irem embora.

No entanto, todas estas pessoas têm algo em comum - elas ainda respiram e por isso a perda delas pode não ser definitiva. De qualquer forma, não tenho desejos ou esperanças que voltem, especialmente as últimas às que me referi.

Só que depois há aquelas que perdi porque, infelizmente, chegou a hora delas e já não se encontram entre nós neste momento. Eram pessoas de idade e doentes, com quem Deus (se acreditarem) teve piedade e os levou antes que tivessem que penar.

Nestas coisas a minha família tem sorte. Muitos não andam a penar e a penar, sofrem um pouco, mas vão. E no geral, eles tiveram sempre uma boa vida, viveram anos e anos, não podemos queixar-nos de mortes permaturas.

Mais uma vez, recentemente fui confrontada com a possibilidade da perda, mas desta vez da perda de alguém muito mais próximo e que mudaria completamente a minha vida. Eu e a minha avó tentamos, mas estas coisas não conseguimos controlar, não importa o número ou a dedicação das orações suplicantes e agoniantes, porque sabemos que sobre a morte... sobre a ida para o outro lado não temos influência.

Não sei como as coisas terminarão, ou aquilo que está por vir, mas quando este post sair já posso dizer algo sobre o assunto. Hoje é sábado e por esta altura, já me enrolei na minha cama  a chorar compulsivamente, tanto que a almofada está encharcada.

Porque é que eu não publiquei nada? Porque não quero ter que ver-me na posição de ter que responder a algo que eu não sei ainda. E porque eu também não quero, de forma alguma, estar irremediavelmente de rastos quando lerem isto. Porque seja qual for o fim desta questão, eu sei que me vou reerguer e que por esta altura é aquilo que estarei. De pé, recomposta.

Não faço a mínima ideia sobre o que tenho para dizer. Sinto-me mais perdida que o que alguma vez já me senti. Dói. E é uma dor que me avassala o corpo e que me faz pensar na última vez que vi a pessoa em questão e do que me pediu. Não quero precisar de ter que cumprir com a minha palavra.

Agora encontro-me aqui. Sozinha. E é assim que me sinto. Sozinha, preocupada, destruida, desmembrada... não devia ser permitido isto acontecer. Não devia mesmo.

02
Set18

#5 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Estou com a pior menstruação de sempre. Mulheres por aí acusem-se e digam se o verão não é a altura mais desconfortável para ter o período!

Já mês passado estava um calor que não se aguentava, este mês o mesmo! Rogo aos Santos que isto pare, estou a desesperar! No próximo mês digam-me que não vai estar esta tosta, pelo amor à Santa!

Para além do mais estou com umas dores nos rins horrorosas e, como se tudo isto ainda não fosse suficiente, estou cansada do meu cabelo, sinto-me super gorda (maldita sejas, retensão de líquidos!) e as aulas começam daqui a uns dias. Mas isto merece-se?

Ah e ainda por cima, logo este mês, deu-me uma vontade de comer chocolate até dizer chega, o que não é nada bom para a minha dieta nem para o meu psicológico! Sinto-me capaz de devorar uma tablete completa porque sinto necessidade de comer chocolate. O mais estranho? Eu chego a passar meses sem comer um único quadradinho. Felizmente a Isabel (nome da borbulha minúscula que tenho na testa que vai e volta) não decidiu saltar à vista e arrisco-me a dizer que foi embora de vez (aposto que amanhã vou acordar com ela mesmo saliente).

Estou em sofrimento, por isso procura-se pessoa a passar por este inferno ou alguém que me salve. Posso começar a tomar a pílula agora, tipo uns dias apenas mais cedo para que isto pare! Não aguento mais!

Ah e esta é outra, estou com um humor desde aí há cerca de pouco menos uma semanita que não se aguenta! É que eu própria não me aguento. Ora choro, ora rio, ora fico séria, ora fico toda feliz, ora sorrio, ora quero desventrar a primeira pessoa que provocar a minha ira... deveras uma montanha russa de emoções a acontecer.

Não vou entrar em pormenores de fluxos nem meios fluxos que isso vocês não querem saber, mas digo-vos que é dos melhores períodos que tive mas dos piores graças ao calor.

Não consigo respirar direito e não consigo dormir! Estou acordada com apenas quatro horas de sono. 

TIREM-ME DAQUI! SALVEM-ME!

02
Set18

O que é ser blogger e estudante

Hoje decidi trazer-vos um post baseado na minha experiência de 8 meses aqui na blogosfera (quem me ouve falar parece que é de um ano).

Podem pensar que é pouco tempo para eu me atrever a fazer este post, mas há bastantes coisas que eu tenho descoberto enquanto estou na blogosfera, mas algumas situações que se sucedem, principalmente, por causa do facto de ser estudante (com alguns anos pela frente, Deus queira).

Por isso, hoje trago-vos a perspetiva do que é ser blogger enquanto se é estudante.

 

 

what blogging is like.jpg

 

      ☆ Blogar quando dá e onde dá

Sejamos sinceros, quem tem um blog por gosto tem dificuldade em mantê-lo pois reconhece que, não desfazendo o seu papel na nossa vida, reconhece que há prioridades acima de o manter. Por isso, quando começamos a entrar em ritmos extremos acaba por se tornar difícil consiliar e ainda que às vezes nos rasguemos para vir e que hajam semanas em que até custa respirar, a verdade é que nós blogamos quando dá.

Por vezes, eu blogo em folha de papel que depois copio para aqui (convenhamos às vezes até são folhas de rascunho de testes que enfio na mochila e faço de conta não ter para quando alguém vier perguntar pela minha).

 

     ☆ A relação entre tags, rubricas e desafios

Maior parte das vezes tornam-se os melhores amigos. Para quem é old school sabe que eu cheguei a um ponto em que acabei com o desafio da 52 Semanas porque simplesmente, apesar de ser relativamente fácil de fazer, ao menos não era. Naquela altura, eu mal tinha tempo para vir ao computador, quanto mais.

Mas quando falo em tags são aqueles easy go que se tornam nossas fiéis amigas. São simples e rápidas de responder e não requerem tanta edição quanto isso.

Relativamente quanto a rubricas, falo daquelas que dá para fazer enquanto se lancha ou enquanto se vai no autocarro, como é o caso da minha nova rubrica que fala muito de uma parte da minha vida à qual vocês nunca tiveram acesso até ao momento.

 

     ☆ Quase todos os posts são programados

É uma realidade à qual todos nós recorremos. Convenhamos, este sistema de programação de posts é bom para todos nós. Eu confesso que até nas férias eu programo posts (ou acham mesmo que me levanto às 08:30 para os posts saírem às 09:00?), ou seja, publico-os quando me é conveniente.

Com isto tudo, maior parte dos posts que vocês vão ler daqui em diante são programados (se bem que este e os anteriores são todos programados de há muito, muito tempo).

 

     ☆ Férias iguala bloqueio criativo

Manter um blog durante o tempo de aulas tem os seus pontos fortes e fracos comparativamente a mantê-lo durante o tempo de férias. Este é um deles. 

No geral, quando mantemos o blog durante o tempo de aulas ficamos preocupados ao deixá-lo a pão e água, mas acima de tudo, estamos sempre cansados demais. Por outro lado, como postamos muito menos, as ideias têm a mesma duração que as pilhas Duracel.

Verdade seja dita, quando estamos de férias não somos metade do produtivos e estamos sempre relaxados (até chegar ao ponto em que relaxar é cansativo, mas isso não conta), o que nos dá mais tempo para dar o saltinho básico e vir escrever. Pois... só que agora nós não conseguimos ter ideias suficientes para acompanhar o ritmo com que escrevemos e publicamos posts (confesso que me sinto num bloqueio criativo agorinha mesmo).

 

     ☆ Ter receio de ser descobertos

Bloggers anónimos no geral, acusem-se se nunca sentiram o receio de serem descobertos. Claro que os nossos colegas de escola ou de trabalho não tinham cérebro suficiente para juntar as pecinhas, mas verdade seja dita, nunca vos passou pela cabeça que isso pudesse acontecer?

Houve várias vezes, no início, em que pensei contar que tinha um blog. Quando assim à toa decidia falar de blogs que eu seguia (numa tentativa de apalpar terreno, sabem?) toda a gente dizia "Fogo que falhado, tem um blog e não ganha nada com isso". Foi o dia em decidi nunca dizer nada e manter o meu anonimato até me ver livre dessas pessoas (portanto se esperam ansiosamente um face reveal são capazes de ter que esperar muitos, muitos anos).

 

     ☆ A falta de apoio por parte dos pais

A minha ideia de criar um blog já vinha de algum tempo, mas de todas as vezes que falava abertamente com os meus pais, eles reprovavam a minha decisão e nunca contribuiram ou mostraram uma palavra de amparo ou apoio perante o meu estado.

Atualmente, essa é a razão pela qual ninguém da minha família sabe do meu blog. E para ser o mais franca possível, não sinto falta daquele apoio incondicional ou das palavrinhas de motivação e incentivo ou do reconhecimento aos olhos deles. Eu encontrei isso em mim própria e nos amigos que fiz por estas bandas (obrigada, amiga. Sabes quem és. Estou cá para te dar as palavras de apoio também, sempre que precisares ou mesmo que não precises. Keep it up). No entanto, se algum dia eles tiverem que saber, saberão sem problema algum (até porque espero que seja para os calar a todos) e será o dia em que lhes poderei dar a chapada de luva branca que merecem (mas para ser honesta, espero que nunca cheguem a saber e que se esse dia chegar eu já não seja dependente deles).

 

     ☆ A vontade de mandar tudo cá para fora

Confesso que faço isto mais que o que devia, mas recentemente adotei aquela filosofia de blogger que se resume ao facto de "O blog é meu. Eu escrevo o que eu quiser e ninguém tem nada a ver com o assunto. Se eu quisesse falar dos animais do Zoo de Lisboa, eu falava dos animais do Zoo de Lisboa. Sabem porquê? Porque o blog é meu e eu quero falar dos animais do Zoo de Lisboa. Fun fact: eu só estive no Zoo da Maia durante quinze minutos e nunca mais lá voltei por isso isto foi só uma forma exagerada de exagerar ainda mais o exagerado" e desde que o fiz, acabei por me perdoar mentalmente por despejar tudo para aqui.

No fundo, isto de deitar tudo cá para fora é inevitável. Enquanto o Youtuber teria que falar, eu não. Às vezes estou na escola e trataram-me mal e eu não gostei ou então sinto-me desmotivada com algo ou então estou num momento difícil da vida, passa-me sempre pela cabeça vir deitar tudo aqui para o mundo ver. Acabo por não o fazer maior parte das vezes porque ninguém tem que levar comigo e porque eu própria não gosto de partilhar tudo. Acabo por escrever mas acabo por mandar para os rascunhos ou descartar o post. Não procuro contar tudo timtim por timtim. Mas a vontade é bastante grande, admito. 

 

     ☆ Levar com o gozo inocente

Isto vem meio que subjacente ao quinto ponto. Sabem que como pessoa dos 00's, adolescente neste momento, toda a gente vê vídeos no Youtube, toda a gente segue influencers no Instagram e toda a gente tem sempre algo a dizer.

A questão é que muitas vezes gostam de comentar coisas que não lembra ao menino Jesus (pelos vistos até o Twitter fica viral e tudo). Mas pior que isto, é que depois se nomeiam fãs da pessoas. So sad...

Continuando, quando alguém mais pequeno surge ou quando aquele tema do "vou fazer de conta que sou uma beauty guru", eu sei que vou ser gozada à forcinha toda. Mas lá está, é um gozo inocente porque não sabem desta vida dupla que eu levo. Não sabem a diferença entre a Lotinha (sim porque Carlotinha não soa bem, então como tudo se trata por inha o pessoal tem que fazer os possíveis) e a Carlota. Não sabem nada de nada, o que muitas vees acaba por se tornar em algo incomodativo. Porque ainda que não sinta falta de ser identificada como blogger (até porque aí sim podia acusar as pessoas de voluntariamente gozarem comigo), não gosto que citem as frases que eu disse no meu último post sobre maquilhagem (coincidência, mas ainda assim) naquele tom de chacota.

Sinto que ainda não estão preparados para aceitar os gostos de cada um e as identidades de cada um. Por isso, mais uma razão para ficar quietinha no meu cantinho.

 

 E bem, estas são aquelas coisas que qualquer blogger estudante se sente identificado, ou pelo menos, mais ou menos identificado. Contem-me as vossas experiências enquanto bloggers estudantes e digam lá quantas vezes as pessoas não vos criticaram sem saberem que vos estavam a criticar? E isto conta as temáticas que vocês abordam, as coisas que dizem e as coisas que partilham no geral.

01
Set18

#4 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Estava hoje no hospital com a minha avó, na sala de espera. Estavamos a falar da perda de peso e como eu depois ia para o ginásio e blá blá blá.

Ela ainda não percebe que eu não posso fazer exercício (ou pelo menos a partir de domingo não será possível). Mas não é sobre isto que vou falar hoje mas sim sobre aqueles casos em que estamos a ter uma conversa com alguém e essa pessoa nos faz passar mal.

-Carlota Isabel, já te disse que esse é o teu problema! Dizes que não dá!

-Mas isso é porque não dá mesmo, avó!

-Não dá, não dá! Olha para aquela menina ali. Está gordíssima! Olha aquelas pernas! Jesus! Como é que uma pessoa se deixa chegar a esse ponto.

-Ó vó! Mas que é isso? Como se o comentário não fosse suficientemente mau, ainda por cima falas alto?!

-Eu não estou a falar alto.

-Olha está mas é caladinha! Dorme para aí!

 

E agora vocês perguntam porque fiquei tão incomodada. Primeiro porque não gostei da atitude, e depois porque a rapariga estava mesmo quase à nossa frente e dava para ouvir perfeitamente o que ela estava a dizer. Claro que a rapariga olhou para trás e, mais uma vez, passei uma vergonha dos diabos. Lá tive que gesticular aquele circulozinho com o dedo indicador à volta da cabeça e dizer "Ela está xéxé, não ligue".

Enfim, não importa o Hospital ou as situações, a minha avó só me faz passar má figurinha. É que depois eu é que fico mal vista pela má conduta dela. 

Deus me deia paciência (especialmente agora que estou com o período e com um feitiozinho beeemmm complicado)!

01
Set18

Top 5 | Os meus filmes favoritos

Há uns tempos atrás reparei que não falo muito de filmes por aqui, por isso, hoje decidi trazer-vos os meus cinco filmes favoritos de todos os tempos. 

Tive uma altura em que tudo aquilo que eu fazia eram maratonas de filmes. Hoje em dia não é bem assim, sou mais de séries (e por falar nisso não tenho visto uma única série). No entanto, e tendo em conta que gosto de filmes não tão populares como vocês pensariam, cá estão a minha lista de filmes favoritos de todos os tempos.

 

1. Baby Driver

 

Sinopse:

O talentoso motorista de fuga Baby confia nas batidas de sua própria trilha sonora para ser o melhor que existe. A música silencia um zumbido que o perturba desde um acidente na infância. Após conhecer a mulher dos seus sonhos, ele reconhece uma oportunidade de se livrar do estilo de vida questionável e recomeçar do zero. Obrigado a trabalhar para um chefão do crime, Baby lida com a música ao mesmo tempo em que um golpe fadado ao fracasso ameaça sua vida, seu amor e sua liberdade.

 

A minha opinião:

Adoro a mensagem e adoro conhecer o ponto de vista do Baby. Ele pode realizar atos moralmente condenáveis mas as razões dele e aquilo que ele pensa ao estar envolvido num mundo tão perigoso é bastante interessante de se ver.

Algo que me surpreendeu o fim e a mensagem que deixou. Vi o filme apenas uma vez mas tenho a certeza que o vou rever vezes sem conta futuramente e que gostarei dele exatamente da mesma forma.

 

 

 

2. Risky Business

 

Sinopse:

Joel Goodsen (Tom Cruise) é um bom rapaz de 17 anos que estáprestes a entrar para a faculdade. Quando os seus pais viajam, ele decide fazer uma espécie de despedida da adolescência e comemorar com seu melhor amigo. Joel chama uma prostituta/acompanhante de luxo para passar a noite com ele e não acredita na conta no dia seguinte. Para completar, ele acaba com o Porsche de seu pai e agora tem que arranjar uma forma de ganhar dinheiro rápido. 

 

A minha opinião:

Ora voltamos àquela época em que o Tom Cruise ainda era novo e dançava em cuecas para os grandes ecrãs (se bem que o meu é o do computador mesmo). 

Não é segredo para ninguém (mas se for está revelado) que eu adoro filmes deste género, por trás de grandes negócios e bem... este filme é do que mais tem.

Gosto bastante da forma como foi feito e é super giro ver como ele consegue tornar-se um rapaz de sucesso recorrendo a caminhos tão traiçoeiros. É bastante interessante e se ainda não viram aconselho imenso.

Deixou-me muito a pensar na vida, deixou-me quase anestesiada de tão fascinada que fiquei!

 

  

3. O Segredo do meu Sucesso

 

Sinopse:

Recém-formado na faculdade, Brantley Foster viaja do Kansas a Nova York para começar em um novo emprego. No entanto, quando Brantley chega, ele descobre que sua posição foi eliminada e é forçado a aceitar um emprego com seu tio Howard, que se tornou presidente da empresa após casar-se. Brantley começa a trabalhar entregando correspondências, mas sobe de posições rapidamente quando começa a fingir que é um executivo.

 

A minha opinião:

Chamem-me obcecada se quiserem, mas filmes sobre sucesso e negócios e empresas são os meus favoritos. São tão épicos e são um mundo que me fascina imenso (mas que depois vamos a ver e na vida real pouco ou nada tem a ver).

Vi este filme com os meus pais e segundo o que o meu pai disse, isto foi como muitos colegas dele subiram. Pisando os outros e não se importando minimamente com ninguém a não ser nós próprios. Eu fiquei um pouco chocada na altura e desconfiei, cada vez mais me aproximo desta fase e cada vez mais percebo que é tudo como ele dizia.

 

  

4. O Clube dos Poetas Mortos

 

Sinopse:

O novo professor de Inglês John Keating é introduzido a uma escola preparatória de meninos que é conhecida por suas antigas tradições e alto padrão. Ele usa métodos pouco ortodoxos para atingir seus alunos, que enfrentam enormes pressões de seus pais e da escola. Com a ajuda de Keating, os alunos Neil Perry, Todd Anderson e outros aprendem como não serem tão tímidos, seguir seus sonhos e aproveitar cada dia.

 

A minha opinião:

Oh Capitain, my Capitain! Sem dúvida um dos filmes mais emotivos que já vi e aquele que me ia deixando à beira de lágrimas incontroláveis.

Já vi este filme há muitos anos, mas sempre que o vejo sinto sempre aquela emoção que senti da primeira vez. Verdade seja dita, há professores que nos marcam e infelizmente eu nunca tive nenhum tão memorável quanto o Mr. Keating. Claro que sei que é ficção, mas é sempre aquele sonho incontrolável que se forma aqui dentro.

Sem dúvida, que me identifico um pouco com a história em certos aspetos, o que me leva a ter uma opinião mais desenvolvida. O fim foi, sem margem para discussões, desolador. Só de pensar dá-me um nó na garganta.

Este é o filme que mais aconselho a ver e não estou a fazer isto por uma order específica porque todos estes filmes de dizem muito, mas este... este está num nível completamente acima dos outros em vários aspetos.

Oh Capitain, my Capitain!

 

  

5. Código Da Vinci

 

Sinopse:

Um assassinato no museu do Louvre em Paris e pistas enigmáticas em alguns dos quadros mais famosos de Leonardo DaVinci levam à descoberta de um mistério religioso. Por mais de dois mil anos, uma sociedade secreta guarda informações que, se descobertas, poderiam comprometer o cristianismo.

 

A minha opinião:

Sou conhecida por conseguir prever os filmes e as séries todas. Este não foi o caso, DE TODO!

É um daqueles filmes cheio de mistérios que quantas mais voltas dá, mais longe se fica de descobrir e aquilo que parece nunca é!

Adoro a polémica, adoro o que defendeu, adorei! Aconselho imenso aos fãs de mistério, é dos melhores filmes de mistério de todo o sempre!

 

 

E pronto estes são os meus filmes favoritos de todos os tempos. Sou uma pessoa do "século passado", mas adoro filmes dos anos 80 (deu para perceber). Foi um gosto que o meu pai me passou. 

Conhecem algum ou já viram algum? Quais os vossos filmes favoritos de todo o sempre?

 

Pág. 4/4

Pesquisar

Sobre mim

foto do autor

Mensagens

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D