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Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

30
Set18

#15 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Para quem está a estudar calculo que isto seja algo com que os estudantes da Faculdade estão mais familiarizados, mas pessoalmente, e não sei se isto é transversal a toda a gente no Secundário ou até no Básico, mas eu utilizo o meu email imenso. Com isto, não falo daquele ao qual todos vocês têm acesso, até porque eu tenho outro email dedicado à escola e até mesmo a assuntos mais pessoais.

No entanto, e indo diretamente ao ponto, maior parte do meu email é composto por emails (olha só que novidade, Carlota! Obrigada por, mais uma vez, seres capaz de constatar o óbvio) com uma particularidade - assuntos que não lembram ao diabo.

Não sei se já passaram por isto, mas quando eu e os meus colegas trocamos emails que têm a ver com a escola, nunca mas NUNCA mesmo conseguimos preencher o campo do "assunto do mail" sem escrevermos coisas tão estúpidas como "és grande Rei" "Tu é que és" "Chaço de PT" "Almofada de Filosofia" "Não estou no Kasa porque..." e por aí fora. Mas a melhor parte não são os emails que troco com os meus colegas, são aqueles que troco comigo própria.

Gozem o quanto quiserem, mas eu guardo os trabalhos no mail, o que é a única razão pela qual me envio ficheiros. Só que eu também não sou alguém normal, e portanto já podem prever o que sai daqui.

Ao contrário dos meus colegas, eu não coloco assunto no email quando o envio para mim própria, mas escrevo mensagens no corpo do texto. E depois tanto podem ser mensagens obscenas que reflitam o meu estado de espírito ou podem ser mensagens motivadoras que não me façam ter vontade de atirar o computador pela janela (se bem que depende do meu mood, mas também eu nunca faria isso porque tenho demasiado amor a este conjunto de fios e ligações elétricas das quais eu não percebo patavina). Coisas que vão de "TRABALHA!""Tu consegues!""Está quase, Lotinha!", passando por coisas mais impróprias que não vou mencionar porque pronto, não é para isso que cá venho.

Enfim, só para concluir que sempre que vamos projetar algo no quadro eu coloco em congelamento, para ninguém ver as coisas que para lá escrevo, porque é cada coisa...

Alguém como eu ou sou só eu que sou mesmo bipolar?

30
Set18

A mudança

Sinto que falo muitas vezes desta temática da mudança mas bastante indiretamente. Muitas vezes introduzo o tema em posts com outros propósitos, mas no fundo é sempre algo que está muito presente na minha vida.

Recentemente, a minha vida anda numa montanha-russa de mudanças, o que não me assusta nada. Sinto que as coisas têm andado a remar em sintonia com o que necessito, isto não dizendo que não estão a ser tempos difíceis porque estão. Sinto que há sempre uma parte da minha vida que tem altos e baixos, mas que num overview permanece sempre o mesmo caos de sempre, o que é uma das razões pelas quais a censuro.

No entanto, e ainda tendo passado pela situação em que poderia ter perdido alguém próximo, ou pela cirurgia, ou pelo pós-operatório, sinto que cada acontecimento este verão teve um propósito no começo deste ano letivo.

A primeira coisa que me disseram e que eu também notei foi que estou diferente. Não só fisicamente, mas também a nível psicológico. Estou mais confiante e tenho mais autoestima, o que é uma autêntica novidade para mim.

Ano passado eu permiti que me pusessem para baixo, este ano tornei-me mais segura e deixei de ser tão frágil. Já não faço e já não sou o que querem que eu seja. 

Tem sido um ano difícil, aliás, têm sido anos difíceis mas sinto que iniciei uma nova fase, o que me leva ao próximo ponto.

Eu mudei, o meu pensamento mudou, a minha aparência mudou, mas de certo modo eu ainda pareço igual. Foi esta ideia que me fez considerar que estava na altura de mudar algo mais em mim.

Quem me segue há mais tempo sabe perfeitamente que eu sigo o princípio do "Nova fase, novo cabelo". Geralmente corto-o mais curto, mas desta vez eu queria parecer outra Carlota, queria ir mais além que uma simples pintura ou um corte. Fui radical.

Ontem, para espanto da minha mãe e da minha cabeleireira, cheguei lá e sabia exatamente aquilo que queria - uma franja. Foi um choque para toda a gente e ambas pensaram que estava a delirar e que choraria de arrependimento, só que eu sabia que era daquilo que eu precisava e fui até ao fim, sem as deixar tentar convencer-me que o meu cabelo estava ótimo.

E cá estou eu, em período de adaptação ao novo cabelo, mas a gostar bastante dele. Sinto-me orgulhosa de ter tomado a decisão totalmente sozinha e de ter decidido ir para a frente com a ideia. Antes deixaria que me demovessem, mas agora penso que sou nova e é agora que tenho que fazer as "loucuras", não quando foi mais velha. Usei franja quase a minha vida toda e, por estes jeitos, vou continuar.

Às vezes é melhor arriscar, o cabelo mexe com a autoestima, mas ele também cresce e também dá para pintar por cima. Mais vale a pena fazer que ficar a pensar "se eu tivesse feito...". Não me arrependo nada disto e aconselho a todos que arrisquem sempre que tiverem ganas de fazer algo. 

Mas bem, vou deixar-vos aqui com este devaneio que agora tenho que ir estudar e fazer uns trabalhos em atraso. Os estudos estão a desafiar-me e cabe-me a mim agir, não é verdade?

29
Set18

O pior já passou

Apesar de nada ter dito durante esta semana (tenho estado afogada em trabalhos e estudos), aproveito para passar por aqui para vos dar boas novas a respeito da minha recuperação.

É com grande felicidade que anuncio que o pior já passou e que já tirei os pontos, quer dizer, aqueles que podem ser tirados (os restantes são absorvíveis). No entanto, tenho-me sentido muito mal. Foram-me praticamente arrancados e eu tenho passado os últimos dias miseravelmente. Mal me concentro porque tenho dores ou me sinto estranha, agora pensem isso e ter imenso que fazer com pouco tempo, sendo que no máximo durmo 5 horas por noite e já a correr bem.

Está a ser muito difícil e espero que passe rapidamente! Isso e o tratamento, visto que tenho que por cremes nos pontos que ficaram e nas marcas daqueles que fora tirados, massajar o sítio e por creme hidrante (dói tanto que quero chorar cada vez que o faço).

É tudo um processo, agora é chutar para a frente. 

29
Set18

#14 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Como todos sabem (pessoal que já passou por lá) ou devem calcular (pessoal que ainda está para passar), os anos do secundário são verdadeiras novelas mexicanas carregadinhas de drama, de boatos, de mexericos, de relações fast-food e tudo aquilo que possam imaginar relacionado com estes poucos exemplos do que é a vida do Secundário.

É engraçado como na Preparatória, ou 2º e 3º ciclo (como quiserem chamar) já era assim, e que estando com um pé na Faculdade e um no Secundário pouco ou nada mudou. Devíamos ser mais responsáveis e mais maduros, mas acho que isso não foi bem aquilo que aconteceu.

Quem pergunta de onde este pensamento mirambulante saiu, já devem estar a calcular de onde. Mas pronto, vou falar e "fofocar" com vocês porque apeteceu-me e tem piada e eu nunca fofoquei com vocês e assim pronto, ficam a conhecer as fofocas relacionadas com a minha pessoa.

Para quem não sabe, o meu primo e os amigos dele foram para a mesma escola onde eu ando, o que equivale ao facto de nos vermos umas vezes. E pronto, para quem não sabe o meu primo foi o meu primeiro amigo e crescemos muito juntos, o que faz de nós muito próximos. Ora isso equivale ao facto de eu ter que ver e conviver com os amigos dele dos quais gosto. Mas gosto ponto e vírgula porque há um que... nope, não me convence. Resumidamente conheço-o desde que tínhamos uns oito anos e desde aí que nunca nos demos. Não sei ao certo como começou mas epá, é daquelas pessoas que não dá, simplesmente não dá!

A verdade é que já não via o rapaz há uns anos e pensei, com grande inocência, que ele se tinha esquecido da minha pessoa até porque pronto, não nos tínhamos visto muitas vezes depois de ele sair da escola onde eu andava. Mas não, ele ainda se lembra bastante bem de mim. Tão bem ao ponto de chamar a atenção das minhas colegas que se babam por ele.

Tudo começou quando o meu primo e eu nos encontrámos e a sua excelência lá estava. Eu, pessoa que se preze, apresentei o meu primos às minhas amigas, as minhas amigas ao meu primo, ignorando-o completamente (o que acabou por falhar redondamente visto que acabei por ter que o apresentar, bleh). Desde aí que sempre que me encontra no corredor tem um fetiche (que não é de hoje) de me provocar. Geralmente, a provocação mais usada é o "Hey, Carlota! Continuas baixinha", à qual eu respondo algo igualmente impróprio e embaraçoso, provocando o riso dos amigos dele. Outras vezes é "Hey, Carlota! Esse ruivo vai de mal a pior!" e por aí fora. Escusado será dizer que os amigos dele já me conhecem, ainda que eu mal tenha olhado para eles. E como é que sei que são amigos dele, porque chega a um ponto que se passar por eles no corredor tenho observações como "Hey, Carlota! Tens sorte que o S. não está cá!". Sou mais conhecida que o tremoço, agora.

No entanto, a teoria da conspiração não foi criada até à aula de Educação Física onde a turma dele estava a fazer condição física ao lado da minha. Nós, como alunas mais velhas, tínhamos que apreciar caloiros porque pronto, está na nossa natureza (não são só os rapazes que andam a apreciar as raparigas). Eu, como faço parte do banco dos lesionados, não faço aula e estive a observar a turma dele em vez da minha deprimente turma. 

Enfim, tudo isto para as minhas amigas começarem a dizer que ele é super giro e que não se importariam nadinha de ter nada com ele e não sei quê. Ora, eu achei esquisito. Ou melhor, eu ainda acho esquisito porque para mim ele é um miúdo, um dos amigos do meu primo, ele é um cabeça no ar e um chavalinho!

E pronto, aparentemente eu supostamente tenho um fraco por ele e todas as provocações são amor reprimido, o que é a única explicação plausível para o facto de eu ficar "chateada" com os comentários delas.

Vamos lá a ver, confesso, ou melhor, eu admito, a puberdade fez-lhe muito bem, mas isso não altera N-A-D-A! Eu, Carlota Isabel Lopes de Almeida nunca teria nada com aquele rapaz em específico, ou com um amigo do meu primo, para que conste. Para mim o S. é um mero miúdo que faz sucesso entre raparigas, que não é feio, mas que é demasiado imaturo para o meu gosto. Não engulo essa, nem nunca hei de engolir.

E pronto, aqui têm uma fofoca sobre a minha vida. Sinto que sabem pouco sobre a minha vida pessoal, mas vá já têm um bocadinho de juicy drama para terem uma impressão de mim mais teenagy. Muitos de vocês dizem que sou demasiado madura para a idade, e ainda que isso possa ser verdade, também tenho o meu lado adolescente com o drama estúpido. Pronto, hoje ficaram a conhecê-la. 

27
Set18

Às vezes a escola não é o mais importante

Às vezes seguir o programa não é o mais importante. Às vezes a matéria que cismam em despejar-nos para cima não é o mais importante. Às vezes apontar o dedo e dizer que os alunos não trabalham não é o mais importante. Às vezes distribuir culpas porque vamos "atrasados" não é o mais importante. No fundo, nada disso é o mais importante às vezes, e hoje foi uma dessas vezes.

Choca-me, irrita-me, repugna-me e enoja-me como é que é possível ser-se tão frio perante as situações. Não fomos nós que decidimos que não queríamos trabalhar. Não fomos nós que dissemos "Bora arranjar este pretexto e não ter aulas". Não fomos nós que não nos interessamos, ou melhor, até fomos. Mas porquê? Porque havia algo bem mais importante a ocorrer, não aquelas desculpas esfarrapadas de quem pouco ou nada quer fazer. Justificações legítimas que abalam qualquer um. Adultos ficaram aflitos, pensem nós, os jovens.

Hoje foi um daqueles dias que mais valia a pena não ter saído da cama. Foi um daqueles dias em que devia ter mandado a minha mãe calar e não ter saído da cama, independentemente do facto de já não dormir desde as quatro da manhã.

Hoje vi algo que certamente nunca esquecerei, as imagens continuam a repassar na minha cabeça e a preocupação e falta de notícias aflige-me. Não vou falar do que aconteceu, até porque não foi comigo, logo não me dá o direito de abrir a boca sequer para falar do assunto. Não era correto da minha parte.

Ainda assim, falarei do que senti ao ver o que vi. Foi das imagens mais marcantes da minha vida até aos dias de hoje e eu, pessoa que não choro facilmente, não consegui conter umas poucas lágrimas perante a situação. Não consegui pelo que se tinha passado no dia anterior, pela ironia e crueldade da vida ao realizar aquilo que todos não desejavamos a ninguém.

Repugna-me saber que, ainda que tenham havido pessoas a compreender, tenham havido almas insensíveis ao ponto de desvalorizar a situação, nomeadamente uma professora que nos disse exatamente com estas palavras "Não percebo o porquê tanto alarido se ninguém morreu". Pois, ninguém morreu mas nós sofremos pela falta de notícias e sofremos pela imagem. Foi traumatizante para adultos, pensem no quão mau foi para jovens, ainda mais que estavam dentro da situação por assim dizer.

Repugna-me que nos recriminem por ter sentimentos e por sentirmos e lidarmos com a situação como podemos. Todos temos bases diferentes, eu deitei umas lágrimas, houveram pessoas que tiveram que se ausentar por não estarem em condições de comparecer e aquilo que temos como resposta por sentir é "Esta turma está sempre atrasada, para não variar. Há sempre um pretexto, não há?". Há, e desta vez, ainda que possa ser uma única vez, a turma está atrasada no tão emblemático programa porque há coisas mais importantes na vida e porque a vida académica não é tudo.

Rezamos para que tudo corra pelo melhor e desejamos infinitamente que tudo se recomponha. 

Este dia foi dos mais marcantes e horrosos da minha vida. Quem me dera não ter saído da cama hoje.

25
Set18

#13 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Indignação, é o que isto está a ser!

Estou a ter uma péssima semana e ainda só é terça-feira. Estão a ver quando pensam que não pode piorar? Pois, eu também pensava isso, até que tudo se tornou três vezes pior!

Comecei segunda-feira com dores e adivinhem só... imensa comichão! Vai-se a ver e qual é o diagnóstico? Urticária nervosa provocada pelo stress ao qual tenho estado submetida e é que isto dá comichão até dizer chega!

Não há direito... especialmente porque de ontem para hoje piorou significativamente. E este calor também não ajuda! Podia pedir ao meu pai para voltar para Lisboa, mas acho que não o vou fazer, o tempo lá está ainda pior.

Resumindo e concluindo, as atividades letivas deviam encerrar temporariamente até este calor cruel ir embora porque isto assim é impossível, não dá para trabalhar... tão simples quanto isso!

24
Set18

Playlist de Outono

E porque outono não é outono sem música (como se as outras estações do ano não precisassem de música também), eu hoje trago-vos a minha playlist de outono. Contém músicas antigas porque eu sou assim, uma daquelas old school que faz a playlist quando não há músicas suficientes daquele ano para mostrar. Portanto, dificilmente entrarão músicas que passem na rádio atualmente (ainda que não seja uma missão impossível).

 

 Eu lembro-me de andar a ouvir isto ano passado, super contente. Sem dúvida que esta altura foi provavelmente uma das melhores. Posso dizer que foi o melhor outono que tive, ou talvez o segundo melhor, um desses. Esta música esteve super presente, o que é uma das razões pelas quais conquistou o seu lugar na minha playlist de outono.

 

 Para quem é novo e não sabe, eu adoro o Zayn e a Sia. Lembro-me de em 2016 andar toda fan girl a dizer com grandes esperanças que um dia ainda fariam um dueto juntos. Esse dia foi ano passado e eu, enquanto fã deles e de Teen Wolf (a comunidade de fãs faz cada fan video que me assusta de tão brilhante, quem me dera ter metade do talento), tinha que por esta música aqui.

 

 Esta está, sempre esteve e sempre estará na playlist de Outono. Foi das primeiras a juntar-se e nunca perderá o seu lugar. Eu adoro a música, adoro o significado, adoro a melodia, adoro a letra... adoro tudo sobre ela. 

 

 Outono de 2014. Eu lembro-me de isto passar na rádio quando eu tinha os meus 12 anos e na altura os meus pais andavam no ginásio, onde eu tinha aulas de natação, e sempre que estávamos a caminho esta música tocava. Então recordo-me de estar na aula a fazer as piscinas e cantar a música na minha cabeça.

Agora confesso uma coisa, eu não sou fã de Hobbit. O meu pai tentou incitar-me a ver quando era mais nova, mas eu nunca gostei muito. Talvez se visse agora me cativasse (uma vez que se sucedeu o mesmo com Game of Thrones), hei-de experimentar um dia, quem sabe.

 

 É a música icónica que marca o regresso da Adele. Confesso que as músicas dela lembram-me sempre o Outono. Talvez porque ela sofre muito e o sofrimento é associado ao frio e ao mau tempo. E esta ainda mais por ter sido lançada no Outono de 2015.

 

 Eu adoro esta música e dá todas as vibes de outono possíveis. Já fui a festas onde esta música tocou e a sério, é um verdadeiro mood. O título diz tudo, não é? 

 

 Como já deu para perceber, eu sou um bocadinho (leia-se bastante) hipster. Pronto, tinha que incluir Artic Monkeys, é simplesmente uma banda que eu adoro e esta é das minhas favoritas. Lembro-me de a ouvir ano passado em Aplicações Informáticas vezes e vezes sem conta. Foi aí que conquistou o seu lugar na minha playlist.

 

 Os Chase Atlantic entraram na minha vida em 2017 e desde aí que nunca mais saíram. São provavelmente das minhas bandas favoritas, se não a favorita mesmo. Sou apaixonada por esta música, a mais conhecida e com razão de o ser. Provavelmente a minha favorita, ainda que goste de praticamente todas de coração.

Já sabem, quando estão na bad, ouçam Chase Atlantic. Eles entendem sempre, há sempre uma música que reflete o vosso estado de espírito (quando não são várias).

 

 Não me perguntem porquê mas isto grita o meu 8º ano, nomeadamente entre Setembro e Dezembro. Eu adoro as músicas do The Weeknd, até porque me fazem lembrar uma certa slowmotion (#skam). Pronto, marcou-me na altura e ainda hoje eu a ouço, nomeadamente à noite quando quero adormecer.

 

 Esta foi uma das músicas que fez o meu Outono de 2017 por motivos que já foram explicado, mas resumindo e concluindo eu adorei-a e adotei-a na minha playlist. Só faz sentido ela estar presente.

 

 Música recente pela qual me apaixonei. Certamente fará parte desta playlist durante muito, muito tempo.

 

E esta é basicamente a minha playlist de Outono. Há alguma música que também têm como integrante da vossa playlist? Quais as vossas favoritas para ouvir durante esta altura do ano?

23
Set18

#12 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Uma reclamação, é o que isto vem a ser! Estou E-X-A-U-S-T-A! 

Sabem o que é perder duas semanas de escola? Pois, eu sei e sei a que é que isso equivale - duas semanas de trabalho intenso transformado em trabalho sufocante em dois dias. Foi tudo isso que isto foi, e ainda não acabou.

Adivinhem qual foi a minha reação a sexta-feira. Foi muito interessante. Planifiquei, durante a minha hora de almoço, como seria o meu fim de semana. Tocou e fui para Português (que sono, só para avisar. Preciso de café antes, caso contrário não dá). E é aí que o professor dá mais um trabalho, como se eu já não tivesse mais que fazer. Data de entrega: esta semana.

Desejem-me sorte, a sério. É preciso ter paciência de Jó!

23
Set18

Perda de Peso | Sinto-me desanimada

Quando fui para ser operada, após diversos erros alimentares, estava nos meus 73,4kg. Quando voltei, e ainda incapaz de ter o meu intestino a funcionar, pesada 73,3kg. 100 gramas a menos, nada demais.

Confesso que esperava emagrecer no hospital, mas não me dei por vencida e continuei a batalhar. Cometi alguns erros alimentares desde que voltei para casa, erros que são difíceis de evitar visto que quem cozinha e decide o que cozinhar é a minha mãe. 

No entanto, para além de cometer erros mínimos, tenho andado a caminhar pela marginal de forma a praticar algum exercício.

Ontem fui-me pesar e pesava 73,8kg. Senti-me super triste e desmotivada, e tendo isso agregado ao facto de a roupa que experimentei numa loja me ter ficado super mal, o cenário piorou.

Pergunto-me porque não consigo passar daqui para menos. Estou tão perto de ir para a os 72kg, porque não consigo lá chegar?

Enfim, só quis partilhar um pouco do que estou a passar. Parece que das duas uma, ou a balança não se mexe, ou a balança só se mexe para o lado direito (para subir de peso). Não entendo porque está a acontecer isto...

21
Set18

O meu primeiro verdadeiro dia de aulas

Foi ontem mesmo. Apesar de ter começado a escola logo dia 5 de setembro, apenas fui aos dias que não se faz nada (os primeiros dois) e desde aí que me ausentei devido à cirurgia e a uma parte da recuperação.

Porém, e ainda tendo atestado médico até ontem, decidi que estava na altura de retomar a minha vida normal e que isto não haveria de condicionar a escola, até porque não fiquei inválida.

Falando mais consistentemente deste primeiro dia, se há palavra que o descreve, essa palavra é confuso. Senti-me completamente à toa, até porque descobri coisas que não me tinham comunicado, trabalhos dos quais não fazia a mínima ideia, mas ainda tive que me deparar com o facto da paper party - nunca recebi tanta papelada de uma só vez durante as oito horas que integram o meu horário (é que nem na hora de almoço me escapei).

Foi um regresso um tanto ou quanto diferente daquele que alguma vez pensava que teria, já que maior parte da turma (isto porque tinha duas ou três amigas que já tinham conhecimento do meu regresso) desconhecia o facto de o meu cativeiro ter terminado. Portanto, poderia ser ranhosa e dizer que fui muito mal-recebida, mas a verdade é que muito surpreendentemente, isso não aconteceu. Pelo contrário, fui bastante bem recebida comparativamente ao que imaginava.

Já falei várias vezes do que sempre senti enquanto estudante de secundário e o papel que a minha turma desempenha neste meu lado do qual vocês pouco sabem sobre mim, mas penso que as coisas podem ter mudado (e digo isto com imensa esperança).

Quando cheguei todos vieram ter comigo, perguntar como eu estava, se precisava de alguma coisa, puseram-me a par da situação corrente nas disciplinas, no fundo todos foram agradáveis comigo (até aquele grupo que ignorou a minha presença, porque esses realmente mais vale a pena estarem caladinhos).

Em síntese, apesar de me ter sentido um pouco à deriva dos acontecimentos, sinto que ambos os professores e os alunos me tentaram fazer sentir que não havia grande problema e que tudo correria bem, que se precisasse de algo não podia não hesitar.

Confesso que houve amigas que realmente considero bastante verdadeiras e que essas têm sido uma grande fonte de apoio. Almoçaram mais tarde (após a fila dissipar um pouco) por minha causa, visto que não posso correr. 

Foi um bom dia, foi divertido e finalmente senti que era um ser humano ativo e útil, já que todos me fizeram sentir desse modo. Senti que fiz falta, por um lado. Senti-me feliz com isso.

 

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