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Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

31
Ago18

#3 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Desta vez quem pergunta o que vem a ser isto sou eu e estou completamente no meu direito.

Durante as férias de verão os comuns mortais (falando de crianças e adolescentes) levantam-se bem mais tarde que no horário de aulas. Está na nossa natureza fazer isto e não há nada que o possa parar.

Eu disse nada? Peço desculpa, há uma coisa. O telefone de casa a tocar às 9 da manhã.

Todo o santo dia ou a minha avó ou os meus outros avós decidem que é boa ideia ligar de manhã cedo, e maior parte dessas vezes a minha mãe nunca está em casa. Cabe-me a mim levantar-me e ir atender.

Hoje não foi exceção. Não há direito. Às vezes parece que nem têm cérebro, depois é sempre "Ai estavas a dormir? Nem me lembrei! Desculpa" só que no dia seguinte também não se lembram. Eles NUNCA se lembram.

Que vem a ser isto, mundo? Porquê?!

 

 

31
Ago18

Ter um blog já não é por gosto

A nossa sociedade é movimentada por modas hoje em dia, parece que ser blogger, instragrammer, youtuber, influencer... you name it, se tornou em mais uma tendência alimentada pelos nossos olhos.

Para vermos ao ponto em que já se chegou, tumblr tornou-se um adjetivo. Isto está tão grave que acho que se os Morangos com Açúcar tivessem chegado aos dias de hoje, eles já não quereriam ser músicos, mas sim youtubers famosos. Aposto que iam haver aqueles que andariam de câmara para trás e para a frente ou então a por uma foto no insta para ver quantos likes dá.

Hoje em dia vejo coisas e ouço comentários ridículos. Todos querem ser influencers e usam as redes sociais para obter tal fim, falhando miseravelmente. Quantas vezes fui ao Instagram e vi pessoas que criticam blogs terem na descrição "Blog Pessoal" ou "Figura Pública". Figura Pública aonde? Só se fores conhecida por ires ao Kasa todos os dias e andares a fazer coisas por aí que eu nem vou nomear de tão impróprias que são.

Isto é irritante, mas pior ainda são aqueles que publicam nos stories coisas sobre marcas a fazer parcerias, tentando tão fortemente chegar lá e conseguir receber as coisas. Eu entendo, é tentador, mas por vezes é só estúpido (até porque muitas vezes não passam de rumores/mentiras).

Quantas vezes em conversa já não ouvi "Vou mas é criar um blog ou um canal de Youtube para receber cenas". Eu fico abananada com o grau de estupidez da pessoa. Mas isto devem pensar que é chegar aqui e as marcas enviam coisas e parcerias à toa. Elas enviam aos recém-chegados porque são queridas e lhes querem dar as boas vindas ao mundo digital. Claro... que não.

Eu não tenho um blog porque quero receber coisas ou porque quero ser famosa. Não é, de todo, uma prioridade. Até porque se fosse eu já me teria revelado na blogosfera, o que não fiz. A razão pela qual trabalho tanto no blog é porque gosto de escrever, caso contrário não passaria grande parte do meu tempo a pensar nele e a tratar dele. Deixava-o para aí.

Infelizmente, cheguei a uma conclusão muito triste que deve pesar também nos corações dos bloggers que já cá estão há mais tempo - ter um blog já não é por gosto.

Na cabeça de uma grande parte da população tudo é fácil, é chegar aqui e andar. Não é assim. Nem é assim que devia ser. Tirar proveito do blog? Eu entendo perfeitamente, até porque há quem realmente gosta disto e gostava de assumir isto como profissão a tempo inteiro (confesso ser uma dessas pessoas), agora criá-lo com o único propósito de ser uma espécie de Pipoca Mais Doce versão fatela? Não apoio nem nunca hei de apoiar.

Acho que os grandes lá estão porque trabalharam para isso e tiro o chapéu por eles. Admiro a força de vontade a persistência que demonstraram. 

Aqueles que só fazem isto porque sim? Porque é moda? Essas pessoas perdem  o meu respeito enquanto pessoas e enquanto bloggers, quem é que é capaz de ser tão matrialista?

Enfim, deixo aqui partilhada a minha raiva assim muito à toa e sem editar minimamente nada porque hoje é sexta-feira (nada a ver) e porque este post deve ser digerido assim. Cru. Arrggghhh.

"Cria um blog para receberes coisas". Dá-me vontade de dizer "Já tenho e é só por diversão, não tenho objetivos lucrativos e matrialistas desses em mente. Ok? Obrigada. Pode-se retirar. A porta é a serventia da casa".

Digam-me que não estou sozinha e que sou a única que sinto esta a aversão perante esta mania de que ter um blog é fácil e se resume a modas.

30
Ago18

#2 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Ontem ao jantar estava a dar o jogo do Benfica na televisão. O meu pai queria ver o Benfica perder (eu também, mas não se pode ter tudo o que se quer) e por isso deixamos estar.

Estavamos então nos 55 minutos sendo que o Benfica já tinha quatro golos e o Paok apenas um golo. E é então que a minha mãe se pronuncia com as seguintes palavras:

-Ainda faltam 20 minutos

-20 minutos?

-Sim! A contar com os descontos já!

-20 minutos?

-Sim, Carlota. Olha só (e lá me mostrou as contas mal feitas)

-Que eu saiba com descontos são 40 minutos

-Ah pois, pois era isso que eu queria dizer.

 

E pronto, enquanto o meu pai e a minha irmã se riam à brava, eu contia o riso por mínimo respeito. Entretanto, um dos jogadores do Benfica lesionou-se e a minha mãe começou a dizer que era do tornozelo. Eu disse-lhe que ele estava agarrado era ao joelho.

Pronto, foi quanto bastou para ela beber a coca-cola dela de penalti e meter água, eu avisei-a que ela tinha deixado um bocado de coca-cola e que não podia tomar o comprimido assim. Resposta que obtive:

-Quando morrer vou deitada

E com isto ela levanta-se e sai a meio do jantar, não acabando de comer. E claro depois a repreensão é para mim, não para a minha irmã que estava a morrer a rir.

Mas pronto, mais uma vez a culpa é da Carlota. A minha mãe às vezes não diz coisa com coisa e a culpa é minha.

30
Ago18

A meu processo de perda de peso | Os primeiros meses

Toda a minha vida tive problemas com o meu peso. Nasci com o peso de um bebé normal sendo eu permatura, e enquanto a minha mãe amamentou eu consegui manter-me relativamente normal. Convenhamos, sempre fui uma bebé gordinha, mas assim que a papa foi introduzida na minha vida, o meu peso subiu drásticamente e nunca mais consegui voltar ao normal. Com isto, nunca conheci outra coisa.

A primeira vez que fui a uma nutricionista, tinha 8 anos e era gozada por ser a única miúda gorda na escola. Na altura tinha uns 44kg ou algo do género, o que é o peso de algumas pessoas que podem estar a ler isto. Tentei seguir a dieta, mas lá está, eu tinha apenas 8 anos e era uma criança sem qualquer entendimento sobre o porquê de lá estar e porque se tinha que restringir quando as amigas comiam gomas, chocolates e todas as porcarias imagináveis. Deixei poucos meses depois e continuei a engordar continuamente.

Aos 13 anos voltei, mas não importa o quanto a minha nutricionista da altura se tivesse esforçado em tentar ajudar-me mudar a minha alimentação, eu poderia sofrer de diversos problemas com o meu corpo, só que nunca segui à risca o plano alimentar. Não tinha maturidade para o fazer e chorava com fome. 

Este ano, quando fui à pediatra ela enviou-me para a nutrição do Hospital, e minha gente, só saio de lá até perder o peso todo direitinho, isto aqui não há deixar de andar ou desistir.

Tinha ainda 15 anos quando comecei, na primeira consulta pesava cerca de 77,8kg. Excesso de peso de tal forma que não cabia dentro das tabelas e tiveram que criar níveis mais altos. Custou bastante engolir isso e o meu estado, mas no fundo estava consciente de que a culpa era minha e que desta vez ia ser a doer até eu emagrecer completamente.

Segui tudo à risca (pelo menos no que tocou à alimentação, porque confesso que me desleixei bastante na parte do desporto) e quando regressei dois meses mais tarde, pesava cerca de 74,9kg. Foi uma grande vitória para mim e fui parabenizada pela nutricionista, que ficou bastante satisfeita com o meu desempenho.

Entretanto, com o episódio da salmonela perdi ainda mais peso e já ia nos 73,4kg. Pois, até chegarem as férias. Toda a gente com a comida calórica, os churrascos, tudo. Eu vi a minha vida a andar para trás e quando este mês lá fui, pesava 75,5kg. Chorei e fiquei mesmo frustrada comigo própria. Por outro lado, sabia que lá está, eu era a responsável pelos quilogramas a mais.

Agora, duas semanas que já passaram desde a última consulta e fico bastante feliz por dizer que emagreci. Ainda não cheguei à casa dos 73kg, até porque isto não é chapa cinco, ainda fiz umas asneirinhas aqui e acolá, mas o certo é que alcancei os 74,3kg.

Sinto que estou num processo complexo, mas sei também que as próximas semanas serão um grande contribuidor para a minha perca de peso. Não quero partilhar (pelo menos por enquanto) aquilo que vai acontecer, ficarão a saber quando for altura, mas sei que contribuirá e sei que ajudará de certa forma a que eu chegue ao peso normal.

Dito isto e posta a situação, só decidi partilhar o sentimento de vitória que me consome com estas notícias. Tenho-me esforçado imenso e assim quero continuar a fazer, porque quero ter mais saúde, porque quero conhecer outra realidade e porque estou cansada de viver num corpo do qual não gosto. Sei que me devia aceitar, e é precisamente por isso que quero mudar. Porque é preciso aceitar mas eu quero melhorar a minha vida em todos os aspetos.

Fiquem antentos às próximas semanas, pois partilharei algo extremamente marcante para a minha pessoa. E se Deus quiser, continuarei a fazer estes updates na minha perda de peso. Porque me sinto bem a fazê-los e porque preciso de desabafar com alguém que possa estar a passar pelo mesmo. 

De qualquer maneira, é isto. Ainda não passou o primeiro semestre, isso só a 5 de outubro, mas sei que está na altura de me começar a preocupar comigo própria e a dar valor à vida e às coisas pequenas que me rodeiam.

Se estão a passar por isto, não desistam malta, há altos e baixos e pensem, têm aqui um exemplo vivo de uma pessoa que anda a tentar intensamente mudar de vida. Não estão sozinhos.

29
Ago18

#1 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Ontem os meus pais deram-me na cabeça porque quando chegaram a casa de sabe-se lá o quê que as alminhas se lembraram de ir fazer eu ainda estava a dormir e era 12:20.

Hoje acordei às 10:30 e às 10:50 saí da ronha e levantei-me, tomei o pequeno-almoço e como, mais uma vez as alminhas decidiram ir fazer outra coisa qualquer e não estavam em casa (isto para não variar), liguei a perguntar se tinham chaves e se eu podia tomar banho. Esta foi a conversa entre os meus pais e eu:

-Tô, posso ir tomar banho?

-Bom-dia não se usa?

-Tô, bom-dia meus queridos e estimados pais, importam-se que eu vá tomar banho?

-Carlota Isabel!

-Digam, é o meu nome.

-Outra vez?!

-Sim!

-Faz o que quiseres...

 

Como podem ver há sempre alguma coisa para apontar. Se eu acordo tarde é porque não aproveito o dia. Acordo mais cedo e quero fazer o dia acontecer e é esta a resposta que levo. Não há direito...

29
Ago18

Review | Isabel

Há uns meses atrás partilhei convosco que estava a ver uma série apaixonante de um dos meus géneros favoritos - uma série histórica.

Muita gente me pergunta como é que eu gosto de séries históricas, dada a minha idade. É simples, eu gosto do real. Gosto de séries que me façam perceber e imaginar como as coisas realmente aconteceram. É assim que eu percebo se gosto de uma série histórica. Se eu pesquisar sobre a personagem histórica (eu sou um bocado nerdy neste aspeto) e vir que está bastante fiel à realidade, tão fiel ao ponto de me fazer imaginar que as coisas realmente foram assim e que a pessoa, sim porque aquelas pessoas existiram mesmo (à partida e não falando de séries como Reign, em que metade das personagens nem existiram, mas enfim não é essa a série da qual falarei), se sentiu mesmo daquela forma, então eu sei que é uma excelente histórica.

É por isso que eu posso dizer com toda a certeza que "Isabel" é uma série extremamente completa que retrata fielmente a vida da Infanta, da Rainha, da mãe, da filha, da irmã, da herdeira, e acima de tudo e ainda mais importante, da mulher por trás de uma das mulheres mais admiráveis e visionárias do seu tempo e provavelmente da História em si.

Conheci esta série após acabar "The White Queen" e "The White Princess". Sentia falta de ver uma nova série histórica, e visto que Victora e The Crown não me tinham seduzido o suficiente, andei a fazer umas pesquisas quando dei de caras, assim por acaso, com uma série chamada "Isabel". Ao ler a descrição percebi que era sobre a mulher da qual tinham falado mais que uma vez no "The White Princess" e pesquisei uma forma de poder começar a assistir de imediato, encontrando todos os episódios a serem publicados no Youtube Oficial da RTVE Séries, o que foi ainda mais fácil de ver.

Por isso, vamos lá dar-vos uma consciencialização daquilo que estou a falar.

 

Sinopse:

Esta série é uma biografia sobre Isabel I de Castela, a Católica.

A primeira temporada narra o período entre 1461 e 1474: do final de sua infância ao casamento com Fernando II de Aragão e sua difícil chegada ao trono.

A segunda temporada narra o período entre 1474 e 1492: desde sua coroação até a conquista de Granada e o início da jornada de Cristóvão Colombo.

A terceira série abrange os casamentos de Juana (futura Juana I de Espanha, a Louca) e Felipe, Arquiduque de Austria (futuro Filipe I de Espanha, o Charmoso) e Juan e Margarita de Austria (futura Governadora dos Países Baixos), as mortes subsequentes de Juan (Princípe de Astúrias), Isabel (Rainha Consorte de Portugal e Princesa de Astúrias) e todo o depois da morte de Juan, de Isabel, e o filho de Isabel, Miguel da Paz, junto com os casamentos de Catarina de Aragão e Maria de Aragão.

 

A minha opinião:

Foi, sem margem para dúvidas e sem pensar duas vezes sequer, a minha série histórica favorita de todos os tempos. 

Para além de vermos quem foi a Rainha e aquilo que fez, vemos a luta dela e acima de tudo conhecemos um lado da Isabel que muitos nunca chegaram a ver.

Vemos a mãe, vemos a avó, vemos a filha, a irmã, a tia, mas acima de tudo, vemos a mulher por trás dos retratos e dos feitos gloriosos. Vemos a mulher fora da armadura, aquela mulher que era capaz de cavalgar e fazer os seus soldados ganhar batalhas só com o poder da sua presença.

Acima de tudo, foi uma mulher excelente. A atriz que a interpretou, Michelle Jenner, fez um trabalho esplêndido de tirar as palavras da boca de qualquer um. Desde as cenas mais emocionais, às mais épicas, às mais felizes, às mais dolorosas, e àquelas que nos fazem pensar que perderemos a Isabel. A Michelle foi impecável desde o primeiro segundo.

Outra atriz que, pelo menos na minha opinião, sobressaiu imenso foi a Irene Escolar que protagonizou a Infanta D. Juana. Desde que a vemos pela primeira vez, apegamo-nos à forma como a protagoniza. Sendo que aparece apenas na terceira temporada e é uma das personagens mais importantes e com mais tempo de ecrã, a Irene desempenhou um papel bastante difícil, o de uma louca, mas de uma louca que era uma mulher com sentimentos e com bastante caráter, tal como a sua mãe. Por acaso estou bastante curiosa relativamente ao filme que fez sobre a sua personagem, vi o trailer e parece-me outra obra de arte.

Não reconhecendo apenas o trabalho dos atores, passo para falar do quão bem esta série foi produzida. Ainda que com um orçamento apertado, os produtores fizeram tudo ao mais mísero detalhe. Inclusive, a razão pela qual a Michelle foi imortalizada como Isabel é porque os produtores procuraram fazê-la parecer-se com a personagem que interpretou, ou seja, todas as roupas e a forma de vestir e até mesmo o cabelo, são inspiradas em estátuas e pinturas existentes em museus.

Desde os figurinos de todas as personagens, aos cenários e ao facto de terem procurado filmar em verdadeiras localizações como a Alhambra. É uma série super completa.

Um ponto que achei bastante interessante é que a primeira cena de cada temporada é a última cena da mesma, ou seja, é um pequeno spoiler do que acontece, sendo que ainda temos mais treze episódios cheios de intrigas até lá chegar. Para mim isso torna tudo ainda mais fascinante, pois deixa-me a pensar em como é que eles lá chegarão e como quando tudo parece perdido, eles arranjam sempre forma, nomeadamente ela.

Recomendo-a a toda a gente que, tal como eu, é apaixonada pela História. Isto fez-me querer saber mais, não só da própria Isabel, como das suas filhas e até mesmo netas. 

Próximamente, estreará uma série pela qual tenho estado à espera desde ano passado, a sequela de "The White Princess", "The Spanish Princess", que retrata a vida de Catarina de Aragão (aquela que para mim é a única e verdadeira Rainha de Inglaterra entre aquelas que casaram com o Henrique VIII. Melhor dizendo, não entre todas, mas certamente entre ela e a Ana Bolena, ela será sempre a verdadeira Rainha para mim).

Para além desta série, estou bastante ansiosa por ver "Carlos, el Rey Emperador" que fala sobre a vida de Carlos, neto da Isabel. Esta série segue então a vida dos Habsburgo enquanto a família mais poderosa da Europa, mas também de Isabel de Portugal (que convenhamos é a única razão pela qual estou tão interessada), a esposa e prima de Carlos. Falam dela como a sucessora digna da sua avó, quero analisar a situação pela minha própria cabeça e sendo que foi produzida pela RTVE, então sei que nada menos de extraordinário pode sair dali.

Enfim, não me alongando mais que aquilo que devia, deixo-vos aqui o trailer da primeira temporada.

 

 P.S.: Vivo para aquele "Ele mandará em Aragão, mas quem manda em Castela sou eu"

28
Ago18

Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Qualquer indivíduo com dois nomes entende (pessoal de 80/90, sei que vocês ainda percebem mais e melhor) o título deste post.

Como os meus pais decidiram dar-me um nome que parece diretamente saído da Linha e outro mais conservador que a minha avó (eh, parece-me que não. Isso não me parece humanamente possível), vá gosto dos dois não me vou queixar, há pior como Conceição Deolinda (sem ofensa Conceições Deolindas, mas eu detestaria chamar-me assim) ou Joaquina Assunção. É, definitivamente não tenho direito de me queixar. Carlota Isabel é excelente. Amo do coração.

E claro, aquele "mas o que vem a ser isto?" não poderia faltar. Geralmente esta frase é proferida pelos meus pais ou pela minha avó paterna quando estão chateados ou aborrecidos com algo que eu supostamente fiz de mal (e que vamos a ver ou é algo mísero e ridículo ou então que foi a Nônô que fez). Acontece mais vezes que o que imaginam.

Enfim, mas esse não é o ponto ao qual quero chegar. Ora, estava aqui a pensar para com os meus botões quando me lembrei de criar uma rubrica acerca do meu dia, e que melhor título dar-lhe que "Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?" (agora podem ler isto com aquela voz nojentinha de quem pensa que é chique ou com aquela voz típica de mãe irritada)?

Pronto, era só para avisar que agora temos uma rubricazinha para fazer quando algo de interessante estiver por dizer. Podem descansar que vou dando notícias, afinal eu fiz sempre alguma coisa todos os dias (pelo menos na cabeça da minha mãe).

 

28
Ago18

Os meus essenciais | Maquilhagem

Maquilhagem, estuque, instrumento de expressão artística, chamem-lhe o que quiserem, eu aceito qualquer um. Se há algo pelo qual eu sou absolutamente apaixonada, essa coisa é, sem margem para dúvidas, maquilhagem.

Apesar de gastar grande parte do meu dinheiro em roupa, dado o meu gosto estupidamente caro (como podem ser aqui), outra grande fatia dos meus gastos pertence à categoria da maquilhagem. Chamem-me fanática, eu admito. Cada vez que entro numa loja de maquilhagem, eu sei que vou sair dali com menos uns euros na carteira e com mais um saquinho. Não sou capaz de combater esta parte de mim que é tão consumista, é mais forte que eu...

Enfim, isto leva-me a querer fazer um post com os meus essenciais, ou melhor, com os meus essenciais favoritos (isto porque se fizesse uma coleção iam descobrir o quão consumista e acumuladora eu verdadeiramente sou). 

 

Make up favs.jpg

 

     ☆ Necessaire

Provavelmente a coisa mais essencial para mim, já que é o lugar onde guardo todos os produtos que utilizo (ou que comprei, não gostei e ficaram para aí, ou aqueles que acabaram e eu nunca mais me lembrei de deitar fora).

A minha é da Women's Secret e foi-me oferecida por umas colegas do colégio pelo Natal. Adoro-a, na frente é um panda, no verso diz Lazy (convenhamos isso é tudo aqui que eu sou, já que eu adoro pandas e me identifico com um, e sou extremamente preguiçosa).

Um ponto ótimo que me fez trocá-la pela necessaire que eu tinha foi que necessitava de mais espaço, e apesar da antiga ter bastante espaço, uma parte da maquilhagem andava sempre por aí. Por esse motivo, tenho maquilhagem em três diferentes necessaires (fora aqueles produtos que andam aí perdidos pelas malas e mochilas).

 

     ☆ Corretor de olheiras

Sem dúvida é um must-have. Sou daquelas pessoas com olheiras à panda, se é porque não durmo ou se é por causa das alergias, isso aí não sei.

Antes eu utilizava sempre um bastante básico da Kiko, mas há uns tempos que ando a namorar o corretor Anti-Age da Maybelline, li e vi reviews em blog e canais de youtube, só que acabei sempre ou por não encontrar ou por não querer comprar na altura. Até que este mês fui à Pluricosméticas e encontrei nada mais, nada menos, que o meu amado. E pronto, não resisti e comprei-o.

Adoro a cobertura que tem, é o único capaz de me tirar as olheiras e tem um preço bastante acessível comparados com corretores de outras marcas que nem sempre tão o trabalho tão bem feito.

Ao mesmo tempo, sinto que este corretor em particular tem um aplicador um pouco estranho, dado que nunca tinha encontrado nenhum deste género. De qualquer maneira, é um daqueles produtos que comprei, usei e não me arrependi de ter comprado. Gosto bastante e aconselho a toda a gente que procura uma boa cobertura, mas ao mesmo tempo, um efeito luminoso.

By the way, se estão interessados em saber que tipo de pessoa sou, sou uma pessoa que espalha os produtos da pele com a beauty blender, nunca me dei com o tipo de pincéis indicados para espalhar bases e corretores.

 

     ☆ Máscara de pestanas

Ora máscara de pestanas é algo que me deixa sempre em dúvida e não posso dizer, após experimentar bastantes delas, que encontrei a tal. As pessoas todas adoram rímel, mas não me considero parte desse grupo, não tenho o "fetiche" por rímel, ou porque não o sei escolher ou porque simplesmente ainda não encontrei o meu chosen one. Seja qual for a razão, é aquela coisa que faz falta quando por exemplo fazemos a pele, mas não é algo indispensável.

Neste momento ando a utilizar uma da Kiko, à prova de água, com o intuito de curvar as pestanas. Prefiro esta em relação àquela que tinha antes, mas arrependo-me de não ter comprado com volume, já que é isso de que sinto mais falta.

Quero ver se invisto em algo melhorzinho, mas a ver vamos. Sou consumista, no entanto ainda tenho aquele pensamento do "um passo de cada vez".

 

     ☆ Batom

Entre batom e lipgloss sempre tive opiniões divididas. Quer dizer, apesar de gostar dos batons matte, a minha mãe não deixava que utilizasse, o que acabava comigo a sair sempre com um lipgloss na mão e deceção no fundo do coração.

Recentemente, consegui finalmente levar a minha à avante e lá consegui trazer uns batons mattes da Kiko. O meu favorito é o vermelho (para os curiosos é o a cor nº329) e eu uso-o todos os dias... faz-me sentir mesmo feliz e bem comigo própria, definately like a #girlboss.

 

     ☆ Blush

Não é propriamente, extremamente essencial. No entanto, é sempre agradável dar uma corzinha adicional às maçãs do rosto. Afinal, como diz a Taylor Swift "red lips and rosy cheeks".

Sinto que nunca tive um blush decente, e sinto bastante falta em comprar um. Talvez seja uma das próximas compras, um blush/bronzer e um iluminador, dá sempre jeito!

 

     ☆ Um pouco de motivação

Sem dúvida algo que necessito, dependendo dos dias. Estão a ver quando os dias correm mal e até a maquilhar a pele sujam a vossa camisola e até mesmo o cabelo? São dias que detesto e que às vezes tenho que superar, chega a ser de manhã e já estou desesperadamente a desejar a hora de ir para a cama, mas mais importante ainda, acordar no dia seguinte, na esperança que tudo corra melhor.

Ter uma motivação é sempre importante, especialmente quando estamos mesmo num dia não em todos os sentidos. Algo que aprendi é que, não importa o dia ou estado do tempo lá fora, eu tenho que sair de casa confiante e a sentir-me poderosa. Se isso equivale a uma cara lavadinha, então é assim que sairei.

No fundo, acredito que a maquilhagem é algo que expressa o nosso estado de espírito, mas que nem sempre é percetível a todos, já que a interpretação vai de pessoa para pessoa. Acima de tudo, gosto de me usar a mim mesma, ou seja, não quero parecer outra pessoa ou maquilhar-me a pensar noutra pessoa, mas sim em mim.

Considero a motivação um essencial para toda a gente. Não só para quando nos maquilhamos porque não nos apetece. Se não apetece e nos sentimos confortáveis, usemos a nossa carinha maravilhosa da forma como veio ao mundo. Esta parte da motivação vai mais além, passa por motivação em fazer-nos sentir bem, motivação em preparar-nos para enfrentar mais um dia e todos os obstáculos que à nossa frente serão colocados durante as seguintes 24 horas.

 

E pronto, para ser sincera, estes são os meus principais essenciais de maquilhagem. Claro que gosto de usar outras coisas, mas sinto que só isto faz algo impecável e bastante apresentável dependendo daquilo que consideram importante.

Só para terminar, para além de perguntar quais são os vossos, quero fazer uma pergunta ainda mais importante. Qual pensam que deveria ter sido o motivo por trás da criação da maquilhagem? Com isto, não vos pergunto qual foi, mas qual para vocês teria realmente algum sentido e acima de tudo, valor. Acho que é importante perguntarmo-nos isto porque acaba por nos dar uma noção de como nos sentimos acerca do tema e do quão confortável nos sentimos.

 

 

 

27
Ago18

As minhas metas para o 11º ano

Hoje é oficialmente o último post de regresso às aulas. Decidi não continuar porque esta será a minha última semana de férias e desejo aproveitá-la ao máximo! 

Já partilhei várias metas para várias fazes da minha vida (acho que até aqui mesmo), no entanto decidi trazer um post sobre as metas que tenho a atingir para o próximo ano letivo, enquanto estudante e enquanto pessoa.

Talvez este vá ser um dos posts mais convencionais que vá fazer no que toca à reentré (gosto do nome, não vale a pena tentarem entender), mas sei que é um post que faz sentido para mim própria. Uso este tipo de partilha para me propor a realmente fazer algo e me prometer a mim mesma que vou fazer tudo ao meu alcance para atingir as minhas ambições.

Portanto, passando realmente ao post em si, deixo-vos aqui com as minhas metas para o meu 11º ano.

 

Goals.png

 

     ☆ Subir pelo menos um valor na média

É algo que influencia a minha entrada na faculdade. Apesar de ter tido uma média satisfatória no fim do ano, sei que sou capaz de atingir resultados muito melhores. Se for subindo gradualemente a média, tenho a certeza que vou chegar ao objetivo, mas claro que esta é uma daquelas metas a longo prazo, visto que não é chapa cinco e está feito.

 

     ☆ Fazer mais exercício físico

Infelizmente, por razões que vou abordar daqui a uma semana, receio que esta meta não se possa cumprir. É algo que dá que pensar pois não se trata de pregruiça (pelo menos não desta vez), mas de problemas extraordinários a mim, ou seja, sobre os quais não tenho qualquer controlo, e como tal forma de contornar a situação.

No entanto, não custa tentar, não é verdade? Afinal, a esperança é a última a morrer...

 

     ☆ Ser mais focada

Considero-me uma aluna que estuda muito, mas sem foco. Tenho grade dificuldade de estabelecer objetivos realizáveis, ou seja, pequenos que gradualmente acabam por vir aumentar a minha "caminhada".

Por isso, como já podem calcular, quando as coisas não correm tão bem como na minha cabeça, acabo por por a viola ao saco e desfocar completamente daquilo que tinha estabelecido antes. Não desisto, isso não faço, mas acabo por me desfocar e negligenciar aquilo que tinha prometido.

 

     ☆ Importar-me menos

Sinto que me importo muito, até mesmo demasiado, com a opinião dos demais, o que é profundamente ridículo. No entanto, acho que faz parte da minha natureza pois não me lembro de agir de outro modo. Não posso culpar esta minha dependência na idade ou na descoberta do mundo real, já que sempre me lembro de ter sido assim.

Importo-me demasiado, stresso-me demasiado. É algo que sei que não mudará do dia para a noite, mas é um aspeto que quero melhorar em mim.

 

     ☆ Ser mais confiante

Esta acaba por vir muito do ponto anterior. Desde que me conheço que sou muito insegura relativamente a tudo, mas com mais intensidade quando se trata da escola e dos trabalhos e testes que faço.

Por exemplo, basta eu não me sentir 100% orgulhosa do que fiz (o que é bastante diferente), ou lá está, ouvir uma opinião negativa, faz com que eu vá ficar insegura. Isto acontece muito com certos trabalhos práticos de algumas disciplinas práticas que tenho,  como nem a mim própria me consigo convencer, acabo por passar uma imagem aos restantes que para além de mostrar a minha insegurança e falta de orgulho perante o meu trabalho, faz com que eles, que até poderiam gostar do trabalho (porque verdade seja dita é que nem toda a gente tem o mesmo ponto de vista), não o façam visto que não os consigo convencer de que realmente é algo bom.

 

     ☆ Parar de procrastinar

Esta é uma das palavras que me define enquanto estudante e enquanto pessoa. Deixo tudo para a última da hora à custa desta caraterística, o que resulta na pressão, que resulta à falta de orgulho nos meus trabalhos, que resulta na insegurança, que resulta em menos três valores.

Acho que está na altura de eu aprender a fazer as coisas quando as tenho que fazer e não adiar muito, caso contrário transforma-se tudo numa bola de neve que vai acabar por me atropelar no caminho. 

 

     ☆ Focar-me mais em mim

Sou uma pessoa que gosto de ajudar os meus colegas de turma, no entanto, acabo sempre por sair um pouco prejudicada. Isto é, toda a gente precisava de mim, mas depois quando eu preciso que me retribuam o favor, essas pessoas acabam por não o conseguir fazer.

Por exemplo, apresentações orais são uma excelente ilustração do problema. Todos ensaiam comigo e me pedem opinião, eu ouço dou a minha opinião e tendo ajudar o máximo que conseguir. Chega a um ponto que eu sei as apresentações de toda a turma e me esqueço da minha, só que acabo por me safar tranquilamente.

Preciso que me ajudem numa pergunta do teste de matemática, só que as pessoas que me rodeiam e me pedem ajuda não percebem nada do assunto.

Com isto, sinto que tenho que me focar um pouco mais em mim. Várias vezes coloco-me a mim própria em último e saio prejudicada por isso, continuarei a ajudar os meus colegas mas sinto que tenho que aprender a parar.

 

     ☆ Melhorar e esforçar-me mais a Matemática

É a minha pior disciplina. Em parte por minha culpa, em parte por culpa do professor. Se ele não explicou bem e nem se preocupou em acabar a matéria, então uma parte da nota deve-se à preguiça que tem em trabalhar connosco. Por outro lado, deve-se também à preguiça que eu própria tenho em trabalhar sozinha.

Sei estudar matemática e sei aquilo que tenho que fazer para tirar, pelo menos, um 15. Mas não o faço. Desmotivo. E quando eu me desmotivo, nunca mais consigo entrar no ritmo e tirar grandes notas. Talvez este ano eu consiga, estou menos exausta e a matéria mudou. Novo ano, vida nova.

O meu objetivo é trabalhar mais, porque primeiro de tudo tenho que tirar boa nota pelo 11º ano, mas tenho que compensar a grande falha no 10º.

 

     ☆ Cortar distrações

E com isto não falo dos blogs, mas sim de várias pessoas que convivem comigo e não me fazer falta. Porque a verdade é que não fazem mesmo.

Não preciso de passar as minhas tardes com pessoas que me distraem dos meus objetivos, mas que pior que isso tudo, mal podem esperar por me verem pelas costas. Não gosto disso. Não quero isso. Não vou conviver com isso este ano. 

 

     ☆ Ler "Os Maias" de Eça de Queirós

Estão no meu livro, mas com esta coisa toda de agora ser opcional, a minha escola pode ou não decidir lecionar a obra. Mesmo que não o faça. Eu quero ler. E quero ler porque me interessa a história e porque quero perceber melhor a tão escandalosamente famosa obra. 

Tenho que ser sincera, já li e reli e fui obrigada rerreler "A Cidades e as Serras", detestei. Já estudei algumas obras de Eça de Queirós, por isso é que sei que tanto posso gostar como odiar, de qualquer forma penso que o primeiro cenário corresponderá à minha realidade. É precisamente por isso que preciso de ler, por pensar e não ter a certeza.

 

     ☆ Ir preparando-me para o exame

Não quero ser como muita gente que conheço que deixa tudo para a última da hora e depois anda aí a queixar-se e aos caídos. Não sou assim e não vou deixar que isso me aconteça.

Quando chegar a altura dos exames, quero estar preparada para o fazer e ter a certeza que vou sair dali com a noção de que fiz tudo ao meu alcance para atingir um bom resultado, que naquele exame está o melhor de mim. Aí sei que obterei um bom resultado, aí sei que a parte um das duas que me vão levar à faculdade estão feitas.

 

E basicamente estes são os meus objetivos principais. Claro que tenho outros mas decidi não colocar aqui porque são mesmo demasiado pessoais. Como tal, vão ficar aqui guardadinhos para a je.

 

 

26
Ago18

Back to School | Haul do Material Escolar

Não quero transformar este blog num studyblog, até porque poucas competência tenho para o fazer, mas ao mesmo tempo porque não é isso que procuro. Como já referi anteriormente, não gosto de me retringir a uma categoria em específico, o que faz querer levar à variedade. Além do mais, tenho noção que o público que lê aquilo que escrevo não é tão da mesma idade que eu, o que me leva a querer condutar aquilo que publico, transformando-o em algo mais interessante.

No entanto, e tendo em conta que escrevo aquilo que penso que é de interesse mas também aquilo que me apetece e que quero partilhar, decidi mostrar aquilo que vou usar no próximo ano letivo.

Antes de começar, quero pedir desculpa pela qualidade das fotos, sendo que foram tiradas por mim, que não sou de todo uma entendida no assunto, recorrendo ao meu telemóvel que não tem uma câmara tão boa assim.

 

Haul.jpg

 Portanto, este ano o meu material escolar foi comprado no Jumbo, no Carefour e no El Corte Inglés.

Foi um ano de descobertas, no qual me decidi aventurar e tornar parte da #squadcadernos. Esta decisão foi tomada após grande meditação, visto que carregava demasiado peso com o dossier cheguei à conclusão que este método deve ser bem melhor e as minhas costas agradecem. Nunca usei cadernos na vida, logo vamos ver como corre. Tenho uma preferência pelo que mostra a marca a que pertence que é a Mitos.

Entretanto, comprei aquelas capinhas todas fofas lindas para usar. Ainda não sei como me vou organizar, mas não falta espaço para o fazer. Este ano não há cá desculpas!

Por outro lado decidi tornar-me hipster boho (a Eva inspirou-me, tenho que confessar) e troquei de mochila para aquela que estão a ver ali. Comprei um estojo mais simples e compacto que me permite levar tudo o que é preciso. E o resto, já poderão ver com mais detalhe.

 

focus.jpg

 Ora, este ano reaproveitei bastantes artigos que comprei ano passado. Estavam bons e não faz sentido estar a gastar dinheiro em coisas que não valem mesmo pena. 

Por isso, passamos à parte que foi comprada em Espanha, no Carefour (aproveito para dizer que a mochila e o estojo são do El Corte Inglés, tudo o resto é do Jumbo). 

Para ser honesta fiquei surpreendida com o minimalismo com o qual os espanhóis encaram a Vuelta al Cole. Dá que pensar, mas eu já fiz todo um post sobre isso, portanto não vou abordar o assunto de novo.

Comprei 10 canetas da Paper Mate (são old school, só que desta vez são mecânicas e não de tampa) que de certeza que vou acabar antes de o ano terminar (sou uma aluna muito, muito aplicada mesmo). Decidi dar uma oportunidade às Milan, nunca tinha visto em Portugal, mas segundo uma amiga minha que vive em Espanha, não há melhor. Ao meu carrinho juntou-se o típico corretor, desta vez de marca porque era o único que havia, e claro que eu tive que ser consumista. Vocês sabem que eu tenho problemas com o consumismo e então decidi trazer os sublinhadores que tanto queria por metade do preço. Se isto não é um achado, então não sei o que é...

E pronto, foi só isto. Dentro do consumismo fui contida, eu sei. Não quero entrar muito dentro deste tema até porque nem há muito a dizer e eu não quero ser demasiado massacrante. Só quis partilhar mais marcas do consumismo ridículo. Mas vá, ao menos vou usar os produtos (não é como vou à Primark e compro coisas que nunca vou usar na vida).

A este ponto tenho tudo pronto para iniciar as aulas, dado que os meus livros chegaram na sexta-feira. Esta é a última semana, que dor. Desejem-me sorte.

 

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