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Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

31
Jan18

Fazer noitadas não é para mim

Carlota

Fiz, ou pelo menos tentei, fazer uma ontem. Porquê? Porque tinha teste de Economia hoje, e sendo que estava com dificuldades naquele capítulo, então fiquei a estudar até horas tardias.

Estudei cerca de 10 horas seguidas, e mais outras duas fasadas (quando acordei a meio da noite, sendo que eu adormeci pouco mais cedo que isso, porque não conseguia dormir e precisava de fazer replays mentais à matérias todas. Juro por tudo que tenho ideia de ter sonhado com os gráficos e com as Economias de Escala), ou seja, meio dia de estudo.

Ora hoje, levantei-me pela enésima vez, desta vez para ir à casa de banho e quando estava prestes a adormecer sentada na sanita, o meu pai desceu as escadas e disse-me algo que até me doeu a ser ouvido - ao contrário do que eu pensava, era já 07:15, isto é... perdi o autocarro e estava a morrer.

Resumindo e concluindo, passei a manhã toda a estudar aos caídos, e ainda que o teste me tenha corrido bem, passei o dia com grande dor de cabeça e um enjôo do tamanho da Rússia, e a Rússia é grande.

Enfim, só pensei em passar por aqui enquanto lutava contra estes sintomas (que pelo menos não são visíveis, porque as minhas olheiras são ainda mais de panda e nem 3 toneladas de corretor eram capazes de as tapar) que me fazem estar confusa acerca do facto de, ou estar doente, ou estar com falta de descanso, para partilhar com vocês esta situação nada interessante da minha vida ainda menos interessante.

Bom resto de semana e ao contrário de mim, descansem bem!

28
Jan18

A letter to my lover

Carlota

Já escrevi várias composições poéticas a pensar em ti, a pensar no que fomos, no que somos...

Hoje, resolvi escrever-te uma carta enquanto ouvia uma música dos One Republic no McDonald's quando fui buscar uma tarte de maçã. Algo tão simples deu-me uma vontade de sorrir desgraçada e fez-me ganhar uma inspiração de outro mundo.

Quando nos apaixonamos éramos dois adolescentes (e ainda somos) que pensavam que sabiam muito da vida e que nunca pensariam que uma conversa lhes pudesse trocar as voltas. Uma conversa simples, acerca do futuro que tínhamos em mente para nós próprios... mal sabíamos que isso iniciaria algo.

Passamos por muito juntos, muito drama, muita felicidade, muito choro, muito riso... a nossa relação foi muito inconstante e isso fazia de nós diferentes, mas sempre tão fortes... 

Conseguimos suster algo forte e crescente durante meses, independentemente das separações (que duravam no máximo duas semanas), idealizámos o nosso plano futuro, estava tudo tão tratado... da forma que poderia estar, é claro. Tínhamos 15 e 16 anos, como é que poderíamos planear a nossa vida dessa forma?

De um momento para o outro... os nossos pais trocaram-nos as voltas de uma forma rápida e cruel que não aceitamos lá muito bem (e que continuamos a não aceitar tão bem). Não ouço notícias tuas há cerca de um mês, desde que me despejaste a bomba na vida, no último dia de 2017. Não esquecerei as noites em que chorei por isso, foi demasiado repentino e forte para mim. Atingiu-me de uma forma dura. Fizeste 17 anos e eu mandei-te mensagem, mas tu nem a viste, nem respondeste. É como se de certa forma tivesses desaparecido completamente do mapa, e isso custa-me ainda mais.

Apesar dos momentos duros, não me arrependo de ter nutrido sentimentos por ti. Foste um grande, grande amor da minha vida. Escrever isto faz-me dar um sorriso porque me faz pensar no quanto daqui a uns anos as coisas não serão as mesmas, como eu pensarei que o nosso amor foi vivido.

Acho que de certa forma, terei a mesma ideia que tenho agora. Foi um amor inocente, instável, forte, dramático, e mesmo imaturo. Acho que o facto de sermos jovens nos fez vivê-lo desta forma, a intensidade foi querida, tenho que admitir. Lembro-me das juras de amor que fizemos, como se fosse para sempre, quando era óbvio para todos que não seria, menos para nós. Nós acreditavamos que no futuro ficaríamos juntos, growing old together

Confesso que já não penso em ti com a mesma intensidade, com a mesma frequência, com o mesmo sentimento. Isso não significa que te tenha "esquecido", mas sim porque é uma defesa que criei para não sofrer tanto. Porque eu sei, sei que quando me deres notícias o meu coração vai bater tão forte que parecerá que me vai saltar pela boca fora, as minhas mãos ficarão suadas, o meu corpo tremerá. É o efeito que tens em mim, e que penso que não tens noção que existe.

O facto interessante é que, ainda que a nossa história não tenha acabado como tínhamos idealizado, como tanto sonhámos, nós continuaremos sempre a estar juntos. Se não como namorados, como amigos, como conhecidos, se não como nada disso, então como memórias da adolescência.

Aconteça o que acontecer, eu tenho apenas uma certeza: I'll always be your Charlotte and you will always be my James. Isso ninguém nunca conseguirá mudar, nem os nossos pais, nem os nossos amigos, ninguém.

My heart lies with you.

Your sweet child,

Charlotte 

27
Jan18

Desafio 52 Semanas | Citações preferidas

Carlota

Penso que todos temos aquelas citações que fazem a nossa vida, estejam elas em séries, filmes, livros, músicas, e até mesmo em pessoas. Simplesmente há sempre aquelas que nos marcam por dentro e por fora, que nos dão sempre uma força diferente.

E esta semana, o tema é partilharmos qual as nossas citações preferidas, e que no meu caso não são muitas, mas as que são têm significado.

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 "In my end is my beggining" - Mary Stuart, Queen of Scots

Descobri esta frase recentemente a propósito de um vídeo que me tinha sido sugerido pelo Youtube, que mostrava um poema da Rainha Mary. Eu sempre soube que ela tinha uma saída com as palavras e que tinha sido poetisa, mas esta frase diz tanto...

No fundo, quando paramos para pensar, quando algo na nossa vida acaba, outra fase se inicia. E eu penso que o facto de ela ter dito isto pouco antes do seu "fim", foi o sinal de que ela acreditava que algo mais aconteceria, talvez não a si própria, mas aos que cá ficariam.

 

"If you love someone, you tell them. Even if you're scared that it's not the right thing, even if you're scared it'll cause you problems, even if you're scared that it's gonna burn your life to the ground... You say it, and you say it loud" - Mark Sloan, Grey's Anatomy.

Ouvi esta frase pela primeira vez no Youtube, a propósito de um vídeo qualquer que já não me lembro qual foi. E apesar de longa, esta citação é tão importante para mim...

Sempre tive medo da tão simples expressão "Eu amo-te", e confesso que ainda me dá vontade de vomitar só de pensar em dizer isso a alguém - seja família, amigos... quem me conhece pessoalmente sabe que eu não uso essas palavras, ponto. É um bloqueio que não consigo ultrapassar, talvez por vergonha ou por orgulho, mas não é importante para o caso.

O certo é que esta frase faz-me pensar e marcou-me. Nunca mais me esqueci dela, não foi daquelas frases giras que eu simplesmente esqueci por conveniência ou por acidente, era demasiado marcante e importante para eu a conseguir apagar da minha memória seletiva.

 

"It's okay not to be okay" - Jessie J, Who You Are

Eu adoro esta música, o refrão em si é a minha parte favorita, mas este verso faz a minha vida e de grande parte da sociedade hoje em dia. Tudo está perfeito, não há nada de errado, ou pelo menos é o que nos dizemos a nós próprios. 

O receio de mostrar a nossa fragilidade emocional tem sido uma das "modas" da sociedade dos dias de hoje. Apesar de isso ser uma caraterística comum de há 700 anos atrás (por exemplo), creio que cada vez mais o fazemos. À custa disso creio que fazemos os possíveis para sobreviver e não para viver, somos noz de casca dura para nos mostrarmos sempre prontos para levar com as balas amargas da vida, na verdade... nem sempre é assim que nos sentimos...

Esta frase é das coisas mais verdadeiras - ainda que ignoradas - existentes. Não tem mal em não estarmos bem o tempo todo, nós temos sentimentos e temos o direito de ter maus dias. Seja porque o trabalho tem sido stressante, seja porque perdemos uma oportunidade de ouro, seja porque um teste correu mal, seja porque discutimos com alguém que nos era querido. Não tem mal em mostrarmos o que sentimos. Não é errado. Não é punível, ou pelos não devia ser.

 

E bem, este é tipo o meu Top3 citações favoritas. Temos alguma em comum ou nem por isso??

27
Jan18

Sessões de Sexualidade | Sim ou Não?

Carlota

Tive uma ontem e tenho umas ideias básicas acerca dela, mas sem me alongar muito na sua classificação geral: ridiculamente previsível.

Senti-me como uma criança de 5 anos a quem queriam explicar sobre aquilo que se tratava a sexualidade, mas esquecem-se que eu ouço isto desde essa idade... e eu tenho 15 anos...

Eu não compreendo a insistência dos psicólogos, eles sabem que as coisas aconteceram, acontecem e continuarão a acontecer, porque simplesmente é assim. Nós (a minha geração no geral) sabemos os riscos de mandar os típicos nudes, sabemos que a gravação de vídeos pode ser comprometedora caso se tornem públicos. Nós só não ouvimos a nossa consciência e os restantes que nos rodeiam. São opções. Aceitem isso. Querem mudar? Ok, fazem muito bem não deixarem os vossos ente-queridos envolverem-se nesses ambientes.

Agora, todos os anos encherem-nos os ouvidos com sessões destas não vão solucionar o problema, e quem pensa que bastam uns vídeos e umas palavrinhas para fazer com que as coisas mudem drasticamente é, das duas umas, ou crente ou tapadinho.

Mas respondendo à minha própria pergunta, não sou contra e não sou a favor. Se for para dar a palestra do costume a pessoas que já a sabem de cor, então não me parece nada bem porque não "chamarão ninguém à razão".

No entanto, acho importante que se fale e se expliquem as coisas, mas sem massacrar. Quando somos massacrados pior é, aconselho a nem experimentarem aí em casa... pode sair um resultado daqueles nada, nada bom.

 

P.S.: Este post é narrado numa generalidade, não focando-me em toda a gente. Há pessoas diferentes daquilo que foi aqui descrito, só precisei de expressar a ideia de forma mais drástica.

24
Jan18

É impressionante...

Carlota

Acho extremamente admirável como existem pessoas no mundo que nos fazem ter uma noção do tempo completamente diferente da realidade. Tenho uma amiga assim.

Eu e ela temos mentes que se completam, ou seja, somos aquele tipo de amigas que consegue dar continuidade à ideia da outra, que termina a frase da outra e sabe exatamente no que está a pensar e quando.

Ontem íamos fazer um trabalho durante a tarde, almoçámos no reifeitório do Colégio com o pessoal que lá almoça, e íamos fazer o trabalho na biblioteca. Exatamente, nós íamos...

Resulta que uma amiga nossa esteve a contar-nos aquelas novidades bombásticas que se ouviu na outra ala da sala, e depois a conversa proporcionou-se e ficamos a conversar sobre isso e sobre algumas vivências relativas ao que havíamos sabido. Entretanto juntou-se outra colega de turma com quem não temos tanta afinidade, e apesar disso continuamos a conversar (mas já com filtros).

Mais tarde as nossas amigas foram embora e ficámos apenas nós as duas, sendo que metade da tarde já tinha ido ao ar. Ainda assim, sobrava algum tempo...

Em vez de fazermos o trabalho sentamo-nos na esplanada e deitamo-nos na cadeira (sentamo-nos e pusemos as pernas no sítio para por os braços), passamos horas e horas a falar e quando demos por ela já estava a tocar e o último tempo já tinha chegado e estava toda a gente a sair (tenho que a convidar para tomar chá). 

Com isto, fiquei a pensar... É tão estranho quando conhecemos pessoas novas e essas pessoas criam conversa para horas e horas voarem sem nos apercebermos... mas mais estranho é criar confianças tão rapidamente (sendo que só nos conhecemos este ano)...

Enfim, acho que every once in a while a vida se devia encarregar de nos por alguém na vida que seja assim. 

21
Jan18

Sou tão perfecionista...

Carlota

E é que é mesmo verdade! Eu sou uma pessoa extremamente perfecionista com T-U-D-O! E não estou a exagerar nem um pouquinho quando digo isto! Não se é um defeito ou uma virtude, mas sei que me "atrasa" em muita coisa, mesmo muita.

Ora este post surgiu de um processo de estudo intensivo que está a decorrer na minha residência este fim de semana. Quando pedi a uma amiga para me esclarecer uma dúvida e me mostrou os apontamentos dela vi que estavam resumos ditos normais, quando olhei para os meus reparei numa coisa impressionante - eu não tenho absolutamente erro nenhum nos meus, ou riscos, ou coisas desorganizadas. Está tudo perfeitamente organizado por uma ordem que estabeleci e tudo em texto, sendo que ainda vou fazer esquemas.

Neste momento apercebi-me de um padrão - eu faço sempre isto. Eu esquematizo e ordeno as coisas constantemente dependendo da disciplina que estou a estudar. É impressionante, tenho que me dar o crédito por conseguir atingir o nível de até por tudo muito bonitinho.

Mas não é só nos estudos, é mesmo em tudo! Escrevo um post e poderia estar melhor, não está bem aquilo que eu esperava que estivesse. Arranjo o cabelo, há sempre uma parte que poderia ficar melhor. E entre estes exemplo, outros quantos.

Enfim, uns nascem de uma forma, outros de outra. Uns adquirem certas caraterísticas e outros não. Se ser perfecionista é bom ou mau? Não sei, talvez seja um balanço entre os dois.

20
Jan18

Desafio 52 Semanas | Coisas para se fazer no calor

Carlota

Olá!

Ora eu devo dizer com toda a solenidade que eu absolutamente detesto o calor. E com isto não quer dizer que eu não goste do Verão, porque adoro (lol, estou de férias, nem fazia sentido detestar tal estação maravilhosa do meu ano), quer sim dizer que sou uma pessoa pouco tolerante ao calor de torradeira que paira em Portugal.

No Verão costumo passar sempre uma temporada no Norte, onde passeio por toda aquela costa maravilhosa que vai de Gaia a Matosinhos (alongando esse passeio até a Vila do Conde e à Póvoa de Varzim), e em Leça há um sítio muito porreiro onde fazem umas coxinhas de frango que são perfeitinhas para engordar uns quilos. Os meus miolos podem comparar-se às coxinhas a serem fritas em óleo a ferver, no meu caso, o calor abrasador que até cria uma espécie de dificuldade insuperável de respirar (olhem só mas que analogia mais bonita, fazer-vos pensar nos próprios miolos como coxinhas de frango. Não me censurem, deve ser da hora, é que eu estou a escrever isto a altas horas da manhã. Vida de estudante blogger não é fácil...).

No entanto, esta terceira semana é toda dedicada a uma lista de coisas que gosto de fazer no calor (ou pelo menos é suposto eu elaborar essa lista e partilhá-la com vocês, o que está prestes a acontecer, penso eu), e como tal... eu trouxe-vos uma lista curtinha de coisas que eu gosto de fazer no verão.

 

52 Semanas.png

  ☆ Dormir até tarde

É que como estou de férias, eu tenho a capacidade que maioria dos portugueses tem mas não faz (e não estou a falar de vocês, pessoas integrantes da população ativa que estão "prontos" a trabalhar a qualquer hora a qualquer momento porque é preciso sustentar a família e a Economia portuguesa está a crescer, mas sim dos maiores constituintes do nosso país - os senhores reformados, porque Portugal é um país idoso e tal) porque tem sempre fazer outra coisa qualquer que os faz madrugar a adormecer em todo o lado durante o dia (típico).

Ainda assim, eu e todos os estudantes do ensino obrigatório, estamos de férias! E com férias vem aquela rotina que sabe pela vida - adormecer tardíssimo e acordar tardíssimo.

Além do mais, com o calor que está, se somos capazes de adormecer não podemos desperdiçar isso, caso contrário vamos morrer assados de forma dolorosa, completamente afogados em suor. Eu não gosto disso...

 

 ☆ Ver filmes/séries

Seja na televisão, seja no cinema com amigos... eu adoro ir ao cinema no verão. Na verdade, eu adoro ir ao cinema o ano inteiro com os meus amigos, seja porque posso comer um balde de pipocas e beber sumo nesse dia, seja porque sempre passo tempo com pessoas que adoro. E como no verão estamos "sem preocupações", podemos sair mais vezes.

 

  Ir à piscina/praia

Eu prefiro piscina, mas a praia também serve para brincar um pouco, seja a jogar volleyball, ou com as raquetes, ou a fazer ginástica na praia (esta última é mesmo muito eu).

Sempre que vamos com a família/amigos, podemos descontraír e esquecer o calor abrasador, além do mais... quem não quer um bronze digno de modelo de Victoria's Secret?

 

☆ Ir ao shopping

Isto para mim é sempre essencial. Primeiro porque amo a roupa de verão, e depois porque como é verão, os shoppings ficam mais vazios e não parece que estou a morrer sufocada feita salsicha enlatada!

 

☆ Viajar

Viajar é das coisas que mais se faz no verão, e é ótimo para a alma e para a cultura de uma pessoa. Conhecemos hábitos e costumes novos, passamos tempo com aqueles que amamos (ou podemos ir sozinhos, o que não parece mau de todo)...

 

☆ Ir a festas/festivais

Anteriormente, contei-vos do facto de ir ao meu primeiro festival este ano, mas apesar de nunca ter ido a nenhum, já fui a uma quantidade satisfatória de festas.

Vou sempre com amigos e adoro a vibe... é uma forma muito boa para passar os 3 meses que, por vezes, começam a ficar entediantes... dá-lhes alguma ação e algum entusiasmo, e isso é sempre bem-vindo, não é verdade?

 

E vocês? Que gostam de fazer no verão?

 

20
Jan18

Um sonho oculto realizado

Carlota

Bom-dia!

Bem, nem sei por onde começar este post... é tão surreal pensar que é verdade...

Quando cheguei à blogosfera ganhei conhecimento dos destaques - os posts que o Sapo coloca na sua página inicial durante um espaço de tempo.

Ora, sempre me achei uma blogger minúscula (porque sou, sejamos sinceros), e nunca na vida pensei que eu pudesse vir a ter um post destacado na página inicial, para todos verem.

Pois então imaginem a minha cara e a minha reação ao vir aqui ao blog ontem, após uns dias de ausência da plataforma (os posts que saem durante a semana são maioritariamente programados ao fim de semana, assim só apareço por cá no fim de semana), eu vou ver as reações e deparo-me com um link feito pelo blog "Destaques" e pensei de imediato que fosse um blog qualquer com esse nome, quando vou a ver foi o Sapo, o próprio Sapo, que me destacou um post.

Com esta storytime, quero agradecer imenso ao Sapo por reconhecer o meu post como sendo de interesse geral (coisa que eu nunca pensei que fosse ser), é algo muito importante para mim, e que certamente não esquecerei.

E claro, obrigada a todos vocês que se dão ao trabalho de ler o que escrevo por aqui. What would I do without you?

 

17
Jan18

Entusiasmo prévio

Carlota

Olá!

Anteriormente, quando partilhei as minhas resoluções deste ano, falei-vos que uma delas estava em andamento - a do festival de verão.

Confesso que sempre desejei ir a um festival de verão, quer dizer, quando era pequena detestava música muito alta, mas desde que cheguei aos meus teenage years que desejava ir a um festival de verão, o que sempre foi algo que guardei para mim própria.

Lembro-me de conhecer pessoas que iam a festivais e falavam daquilo como sendo um mundo completamente à parte, o que me fazia querer mais ir a um, nem que fosse para ver se me estavam a dizer a verdade ou se estavam a hiperbolizar o que é.

Tinha amigos que iam, mas nunca tive coragem para pedir aos meus pais para ir com eles, talvez por "medo" da resposta, ou porque gozariam comigo por me querer meter num ambiente daqueles, como eles o descrevem.

No entanto, este ano eu e as minhas amigas mais próximas queríamos ir e como uma amiga minha tinha arranjado uma promoção (que acabou por ser cancelada), eu ganhei finalmente coragem para lhes pedir para me deixarem ir ao meu 1º festival de verão.

Para minha surpresa, eles deixaram-me. Disseram para juntar o dinheiro do bilhete e dar-lhes que iríamos à Fnac ou entraríamos na Ticketline para comprar o bendito do pedaço de papel que me daria acesso aos dias todos.

Este fim de semana, finalmente tive-o em mãos e senti-me extremamente feliz e entusiasmada por estar a cumprir algo tão grandioso - o meu primeiro festival de verão, quando terei a minha idade de sonho, 16 anos.

Assim, estou completamente entusiasmada com isto. Já estou a pensar no que vou vestir para os dias do festival, e como me vou maquilhar... Na verdade sinto-me uma daquelas miúdas (que nunca fui) que fica ansiosa com o primeiro dia de aulas do ano e escolhe a dedo o outfit para aquele que parece ser o dia mais importante do ano!

Agora é esperar (que será a parte mais difícil) que chegue o dia e pronto... (até perco as palavras só de pensar, o que é ironico, porque não penso em mais nada).

Quanto ao próximo ano, vou ver se os convenço a deixarem-me ir ao Sudoeste (não sei se vão nessa, mas vale sempre a pena tentar)!

 

15
Jan18

O Sistema Nacional de Saúde está cada vez melhor...

Carlota

Olá!

Para quem leu o título e se engasgou em seco, eu vou já poupar-vos a restante indignação e passarei diretamente a explicar que o título se trata de pura ironia , aliás está tão carregado dela, que até já lhe rebenta pelas costuras.

Hoje não fui ao Colégio porque estive bastante agoniada, com fortes dores no estômago e no útero. Estive enjoada o dia todo e as dores até me faziam ter dificuldade em estar sentada (daí estar deitava a escrever isso), por isso a minha mãe levou-me ao Centro de Saúde da nossa localidade.

Com isto, fiquei à espera durante duas horas pela minha bendita consulta, e quando entrei finalmente no consultório, ela atendeu-me em menos de cinco minutos. Literalmente perguntou-me o que sentia, descrevi tudo, ela escreveu umas coisas no computador, passou-me a justificação e a receita médica e chamou pelo próximo.

Enfim, isto cada vez vai de mal a pior. Ter ido lá e não ter ido foi o mesmo...

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Sobre mim

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Carlota. 15 anos. Menina da cidade. Estudante do Secundário.

Sou uma rapariga sonhadora, como qualquer outra adolescente. Tenho toda uma vida cheia de objetivos e sonhos por cumprir pela frente.

Considero-me criativa e curiosa, gosto da ideia de ser autêntica.

Aspirante a escritora apaixonada por Economia e por Política, adoro dar as minhas opiniões e partilhar as minhas aventuras.

Acredito que a vida é feita de experiências e esta é uma daquelas que acompanha outras quantas que vão entrando no meu caminho.

I don't want to regret the things I didn't do. I want to wake up knowing for sure that I've done everything I wished and hoped for. Then, I can regret it

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