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Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

Chavena de Chá das Cinco

Uma chávena de chá, um prato com biscoitos e conversas intermináveis

19
Nov18

E o Natal se avizinha

Certamente não devo ter sido a única que já montou as decorações todas fofas para o Natal, ou pelo menos,  não sou a única a viver numa casa dominada pela magia do Pai Natal, das suas renas compinxas e também de Jesus Cristo e os seus Reis Magos que pronto, são como uma espécie de Pai Natal da altura.

Enfim, cada vez que esta altura se aproxima, a preocupação com o que se vai dar àquele, quanto se vai dar, mas acima de tudo, aquilo que esse nos deu ano passado, que é para não embrulhar e dar de volta (já presenciei uma gafe dessas, beeem cringe). Mas onde quero chegar com isto? Ah, claro. Aos bonitos exemplos que tenho cá por casa, como é mais que óbvio.

A minha mãe anda há cerca de um ano a babar-se pelo "Yes, I Am" da Cacharel. O meu pai, por outro lado, anda a esquivar-se a dar-lhe isso como presente. Numa conversa que tivemos no carro, ele diz que ainda que seja  um "grande apreciador de perfumes", não consegue compreender a insistência da minha mãe em querer gastar tanto dinheiro num perfume que nem sequer é clássico, como o Amor Amor, por exemplo.

E pronto, eu ouço/vejo a minha mãe namorar o desgraçado do perfume e enumerar todas as suas qualidades cada vez que entramos numa perfumaria, mas também ouço/vejo o meu pai a reprovar esse namoro.

Tão cansada desta situação, ajudei o meu pai a arranjar a solução ideal para todos - ele compra-lhe o perfume e gasta menos dinheiro. E como? É simples! Ela não tem que saber se o perfume foi comprado na Sephora ou na Douglas ou na Perfumes e Companhia, ela tem que o ter nas mãos. Por isso, estava eu no outro dia a navegar na internet após ouvir outra palestra acerca do mesmo, quando me deparei com um site que iria agradar a gregos e a troianos - o Perfumes.pt.

Basicamente, este é um site onde podemos encontrar várias oportunidades e várias promoções, que fazem com que a carteira sorria em alívio e continue mais gordinha, mas que ao mesmo tempo nos fazem concretizar aquela fantasia de Carrie Bradshaw (vamos ser honestos, qual a mulher que não tem essa fantasia?). Deiam por lá um saltinho e pode ser que encontrem o vosso negócio da China (admitam lá se não calhava mesmo bem).

E vocês devem estar a perguntar-se "Mas desde quando é que ela se interessa assim tanto pelo bem estar comum?". Desde nunca! Só me preocupo para lhe ir roubar o perfume às vezes, assim bem na clandestinidade. Eu sei, eu sei, sou a filha do ano.

 

18
Nov18

Review | Fantastic Beasts: The Crimes of Grindelwald

Ora, ainda que bastante ocupada, arranjei um tempinho para me deslocar ao cinema mais próximo (e o favorito, let's be honest) e ver um filmezinho. Como sabem, filmes e séries têm sido algo ao qual não tenho tido a oportunidade de prestar atenção. No entanto, quando o dever chama pouco ou nada há a fazer para o evitar (pensem na Lyanna Mormont a dizer "And still you refused the call" e logo vão ver se ignoram o dever).

Esta sexta-feira fui à festa de anos de uma das minhas melhores amigas que, por coincidência, é só a maior consumidora de merchandising to Harry Potter do país (incluindo as ilhas, como é mais que óbvio). E claro que, como Potterhead que é e admiradora nº1 da J.K Rowling, o filme escolhido foi Fantastic Beasts: The Crimes of Grindelwald.

Quem acompanha o blog há algum tempo sabe que eu nunca vi o Harry Potter (e as minhas amigas dizem que sou uma desgraça nesse campo), no entanto, por muita força delas vi o primeiro filme do Fantastic Beasts e, por muito emocionante que pudesse ter sido, confesso ter adormecido ligeiramente. O que pensei deste filme? Isso é o que terão de continuar a ler para saber.

Assim, trago-vos aqui uma review acerca daquilo que pensei e das reações de uma rapariga que pouco ou nada sobre Harry Potter e que já nem se lembrava do primeiro filme desta saga.

Sinopse: No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gellert Grindelwald foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander. Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapa da custódia e prepara-se para reunir seguidores a fim de criar bruxos de sangue puro e dominar todos os seres não-mágicos. Num esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore recruta o seu ex-aluno, Newt. Mas essa missão também testará a lealdade deles à medida que enfrentam novos perigos num mundo mágico cada vez mais perigoso e dividido.

 

A minha opinião:

No primeiro filme pouco ou nada reparei que me fizesse pensar diretamente no universo do Harry Potter. Durante este filme, senti-me ligeiramente confusa (ainda que me tenha preparado adequadamente para isto, decorando as quatro casas diferentes), não fazia a mínima ideia se isto se passava antes ou depois do Harry, ou de que casa é que eram as personagens. Um momento cómico foi ver a emoção das minhas amigas ao "gritarem" quando viram Hogwarts e eu sem saber o que é que aquilo era sequer.

Mas bem, aquilo que pensei durante o filme? Na minha pobre e miserável opinião de quem pouco ou nada percebe de cinema, eu diria que este filme está a léguas de distância do seu anterior. Numa saga, há variadas vezes em que as adaptações vão piorando gradualmente e, ainda que não tenha lido os livros, sei que foi muito mais interessante. Não senti sono uma única vez, e fiquei concentradíssima no enredo.

Acabou naquilo que, traduzido para português, é um penhasco. Termina com uma revelação chocante que muda o rumo da história que conhecemos. Creio que durante as duas horas e treze minutos que acompanhamos, nunca ninguém se lembraria sequer daquela reviravolta. Está brilhante, sublime e, fez-me considerar, pela primeira vez, ver o Harry Potter.

Se isto se passa antes ou depois? Bem, quem viu o Harry Potter já sabe e, para quem não viu, vejam para saberem. Porque eu não caio na mesma asneira da minha amiga, que me contou praticamente tudo.

 

13
Nov18

A questão do arriscar

Quantas vezes sentimos uma certa hesitação perante as nossas escolhas ou pensamentos? Eu sempre senti que, por vezes, eu tinha a vontade, mas era como se houvesse uma força contrária que me impedisse de dar o passo em frente e literalmente going for it.

Ao longo da vida, penso que todos nos cruzamos com essa força. Muitos chamam-na de medo, outros chamam-na de receio... eu penso nela como o que é para mim - um entrave.

Sempre tive medo de rotinas, isto porque uma vez que as criava e chegava a um ponto em que era necessário mudá-las, entrava em parafuso. Sou daquelas pessoas que, ainda que goste de alguma mudança para não ser sempre tudo igual, detesta quando grandes mudanças acontecem. No entanto, descobri com o tempo, que mudar radicalmente não é necessariamente péssimo e, muitas vezes, tem impactos bastante positivos na nossa vida.

O exemplo mais concreto que tenho é o de mudar o meu cabelo, visto que é algo que me diz bastante. Sempre tive algum receio em mudar, mas com o tempo tenho vindo a libertar-me desse facto. Não podemos criar coisas impeditivas na vida, visto que uma vez que começamos a pensar demasiadas vezes em assuntos que não são definitivos e nem têm consequências assim tão catastróficas como isso, tudo se torna numa bola de neve e torna-se uma barreira para conseguirmos fazer aquilo que queremos.

Outro grande exemplo é o da criação de um blog. Amigos e amigas, a criação de um blog dá trabalho, mas também dá gosto. Não é fácil, passa por todo um processo criativo para os quais poucos têm paciência, mas é como diz o ditado "Quem corre por gosto, não cansa". E com isto, falo da quantidade de vezes que já ouvi pessoas dizerem que criar um blog é fácil, mas que não têm paciência para isso, ou que têm medo. Mas têm medo de quê? Que as pessoas não vejam logo o vosso trabalho? Porque se vão com esse mindset das visualizações, mais vale a pena nem virem, porque (e falo por experiência própria), uma pessoa que escreve com o único intuito de se tornar influencer famosa, é uma pessoa que não se vai dar bem neste meio. Ninguém gosta de conteúdo forçado, ninguém gosta de ler algo que só está ali por estar. Para isso mais vale a pena deixarem-se ficar quietinhos, porque estão a perder tempo numa coisa que não gostam, os outros não vão gostar do que vocês fazem e, no fundo, não estão a acrescentar nadinha.

Agora, também entendo o receio de quem quer dar a cara pelo que faz, até porque eu própria não o consigo equacionar. Os meus colegas de escola saberem que faço posts para a internet é um tanto ou quanto aterrorizador. Primeiro, porque tenho alguma vergonha do que escrevo, depois porque nem quero saber a reação de certos seres falantes, andantes e respirantes (sei que não é uma palavra, mas vamos fazer de conta que sim, pode ser?). 

De qualquer forma, e chegando onde quero chegar, se quiserem muito uma coisa, se quiserem criar memórias novas, experenciar coisas que vos têm passado pela cabeça demasiadas vezes para serem apenas um sonho irrealista, se sentem o bichinho aí dentro, então atirem-se de cabeça. Seja quererem fazer uma mudança no cabelo, uma mudança nos vossos hábitos alimentares, no vosso estilo de vida, se quiserem criar um blog, um canal de Youtube, mas acima de tudo, se acham que vão ser mais felizes ao fazê-lo, digo-vos que arrisquem. Afinal, quem não arrisca, não petisca.

E mesmo que no fim das contas não gostem, só a experiência já valeu a pena o esforço. Nem todos temos que ter predisposição para as mesmas coisas, não temos que ter todos os mesmos gostos, ser felizes e estar satisfeitos com as mesmas coisas. A questão é que tudo aquilo que fazemos enquanto cá andamos vai ficar connosco para sempre (ainda quero passar uma borracha na minha pré-adolescência), arrisquem e saiam da vossa zona de conforto. Arrisquem. Deiam-se a vocês próprios uma oportunidade. E se tiverem medo? Façam-no com medo, mesmo. O pior que pode acontecer é não gostarem do resultado final.

12
Nov18

Depois da paz, vem a tormenta

Esta é a frase que descreve o meu mês de novembro. Como todos sabem, novembro é sinónimo de testes, exames, frequências, elaborações de orçamentos, you name it. O facto é que, há sempre uma semana que faz a separação desta força da natureza, desta catástrofe natural, do restante mês atribulado com conta, peso e, acima de tudo, medida.

Essa semana amada, mas ainda assim profundamente odiada, é esta semaninha (pelo menos para mim). Tudo bem que tenho uma apresentação de filosofia dentro de umas horas, e que tenho dois testes quarta e quinta, mas são de disciplinas pouco importantes.

Agora, daqui para a frente? Só paramos lá para dezembro, assim no fim, estão a ver? Pois, que maravilhoso, não é? Such an excitement!!!

Enfim, deiam-me forças que eu preciso. Porque esta ronda vai ser o desastre natural...

11
Nov18

Isto de ser Novembro...

Tem muito que se lhe diga. Quer dizer, como assim os meses andam a passar mais rápido que a própria luz? 

Sinto que faço muitas sagas do "Isto de ser...", mas a verdade é que têm toda uma razão de ser. Hoje, é dia 11 de novembro, pessoas. 11 de NO-VEM-BRO. Tipo, 11/11. Como é que 2018 está a passar tão depressa?

Lembro-me da fase inicial deste blog. Fim de 2017 e inícios de 2018. Como assim, já está a fazer um ano que vim para este mundo e comecei a mandar postas de pescada na internet? É surreal como a partir de uma certa idade, os anos começam a passar-nos à frente dos olhos.

Quando digo que estou mesmo quase a acabar o secundário, as pessoas dão-me aquele olhar "really?", mas o facto é que a este ritmo, o 11º acaba e os exames passam, eu passo para o 12º ano e num instante ele volta a passar, os exames chegam, depois as admissões à Faculdade e eu fico do género "Como é que a partir do 8º ano tudo começou a passar a velocidade extra?".

Lá está, agora entendo o que a minha avó e a minha mãe me diziam com "Vais ver que no dia em que estiveres no altar vais perguntar como lá chegaste, e no dia em que estiveres em trabalho de parto de vais lembrar como o tempo passou tão rápido desde a última vez que paraste para pensar". 

O lado bom disto é que o aniversário e o Natal chegam sempre mais rápido! Já viram? Vantagens!!

10
Nov18

#25 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Ontem tive teste de Português que, como já partilhei por estes lados, é sempre equivalente a um desastre maior que o da bomba de Hiroshima (e mesmo assim...). Os seus efeitos colaterais na média de todos os alunos que tiveram o infortúnio de o ter como professor (mas vá, não quero ser má. É só nesse aspeto, porque como pessoa é impecável) são catastróficos, desde alunos de 20 a mal conseguirem ter positiva no teste. 

Enfim, ora eu estava toda apreensiva por não saber quase escolha múltipla nenhuma e por ter a impressão que estava a errar a torto e a direito, quando um aluno fez uma pergunta qualquer (que pouco ou nada me ajudava). A resposta do professor veio de forma muito saturada, como se o tédio o tivesse invadido (bem-vindo, isso é o que sentimos em todas as aulas. Tédio. Tédio. Tédio. E... tédio?!), mas a melhor parte é aquilo que nos diz em seguida: "Aproveito para vos informar que este teste é para todos os alunos tirarem positiva". Como é óbvio e nada menos daquilo que se esperava, a turma desatou a rir. 

Francamente, parece que todo um humorista nasce dentro dos professores ao ver os alunos aflitos com o teste. Parece uma espécie de onda de orgulho misturada com aquele prazer em mostrar que eles eram os corretos. Infelizmente, isso não dura muito tempo, é só uma vez por mês, aproximadamente.

07
Nov18

#24 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Ora, isto vem a ser uma catástrofe natural, um verdadeiro ultraje! Não falo da tempestade que para aí anda, que é cada vendaval que cruzes credo canhoto! Nada disso, muito pelo contrário, até. Refiro-me ao meu outfit do dia.

À quarta-feira tenho Educação Física, como penso que já mencionei. Costumo ir de leggings, sapatilhas, mas sempre de camisa porque há que haver compostura. Só que hoje, não sei porque carga de água ou que raio foi aquilo que me deu, mas decidi que era excelente ir com a peça proibida - a sweatshirt!

E porquê a sweatshirt, perguntam vocês. Porque eu só tenho uma. Eu tenho uma sweatshirt na vida, que é a do Colégio, que uso para fazer desporto ou para ficar quentinha e confortável... em casa.

Não questionem, tenho dormido mal e andado adoentada. Só pode mesmo ser isso...

06
Nov18

#23 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Hoje tive um teste para o qual o meu estudo pouco ou nada rendeu. Estão a ver aqueles dias em que estão com a cabeça em todo o lado menos naquilo em que deviam estar? Passei por isso precisamente hoje.

Ora, eu fiz o teste com relativa agilidade. Sem grandes esperanças, fui fazendo o que sabia aqui e ali. Após umas quatro escolhas múltiplas feitas à sorte (figas para que tenha acertado miraculosamente), e um teste completamente feito, fiquei com cara de taxo. Não é que a penúltima pergunta, que era uma que exigia cálculo, não me estava a dar certo?

Assim muito resumidamente, era suposto o resultado ser 0 e a mim dava-me 3. Cheguei à conclusão que podia ser mesmo verdade e que eu é que estava a panicar para nada, sem razão aparente mesmo. Qual não foi a minha felicidade quando no último minuto, encontrei o erro e consegui que o exercício desse certo! A sério, foi mesmo fantástico, um descargo de consciência fenomenal!

Já conquistei vitória deste dia. 

06
Nov18

Tag | Músicas do Forno Íntimo

Ora, a ChitChat Girl nomeou-me no outro dia para esta tag que andou a circular muito pelo Instagram das bloggers e youtubers portuguesas. Eu também vi e pensei em fazer, só que como não tenho Instagram do blog, acabei por não o fazer. No entanto, visto que ela decidiu trazer isto para a blogosfera e me nomeou, era mesmo a pedir para eu responder sim à tag.

Então, sem mais demoras, vou responder às maravilhosas das perguntinhas!

 

1. Aquela música que cantavas em frente ao espelho na adolescência

Ora muito bem, eu ainda sou adolescente (por enquanto) e tenho muitas músicas que canto em frente ao espelho, mas para não responder como a ChitChat (essa música era fantástica e se vocês, meus queridos leitores querem saber a resposta dela com a qual me identifico, deiam um saltinho por lá), vou deixar-vos outra música que também não desilude e que aposto que não sou a única a cantar isto.

 

 2. A música que marcou o melhor verão as a Teen

Lá está outra vez outra pergunta acerca da adolescência e bem, como também só me resta mais um verão como adolescente, acho que estou qualificada para responder, não é?

Então, tendo que viajar diretamente ao forno mesmo intímo, porque eu não consigo formular assim uma resposta do nada. Agora, se me pedissem uma música que marcasse o meu verão... vamos lá às vibes de verão...

 

 3. A  música mais ridicula que já ouviste

Epá, eu já ouvi tanta coisa ridícula que até doeu os ouvidos e o bom gosto musical que tenho. Não dá para escolher, é entre a Maria Leal ou esta modinha irritante:

 

4. Música da Disney

Mais uma vez a ChitChat e eu temos um gosto parecido, mas para mim é entre essa ou esta:

 (Há mensagem melhor e que se possa levar para o resto da vida? Bem me parecia)

 

5. Música do Duche

Esta é difícil porque eu tenho toda uma playlist acerca do tema e, ao contrário de maior parte das pessoas, o que ouço no banho depende do meu mood. No entanto, aquela música que eu adoro ouvir no banho durante todo o ano, especialmente nesta altura é sem dúvida esta:

 

6. Música que te faz chorar

Sem dúvida que é uma música muito difícil de engolir e quem passa por certas situações vai entender isto, é mesmo complicado conter as lágrimas quando somos confrontados com estas músicas.

 

7. Música do crush

Eu sou daquelas anormais que não tem um crush, ou se tem, não é nada por aí além. Portanto, é complicado arranjar uma música que se aplique. Enfim, eu gosto desta música e associo-a muito aos meus crushes.

 

8. Música para cantar no carro

Eu sou daquelas que dá o verdadeiro show no carro e vira uma pessoa completamente diferente quando está em jogo cantar no carro. Se encontrarem uma doida no trânsito, provavelmente sou eu.

9. Aquela que dizes que não ouves

Ai esta até me vão querer assassinar, mas eu acho esta música o máximo! Dá-me vontade de rir e diverte-me bué, peço desculpa pessoas normais deste mundo mas a Netta do Toy tem a minha consideração. Enfim, se diziam que eu tinha bom gosto musical, provavelmente já estão a reconsiderar 

 

Enfim, espero que tenham gostado. Eu não vou nomear ninguém porque não sei quem já respondeu nas redes sociais ou não. Portanto, se quiserem responder, é convosco que eu vou ler de imediato ahahahah

Espero que vos tenha animado um bocadinho a manhã, que é para isso que aqui estamos. Portanto, tenham um bom dia e quanto ao chefe ou ao professor chato, pensem que estão quase a meio da semana, ontem faltava mais!

05
Nov18

#22 Carlota Isabel, mas o que vem a ser isto?

Há umas duas semanas atrás, não menos que isso, saí da aula de Economia a chorar aos prantos. E quando digo que saí da aula de Economia quero dizer que me levantei e saí quase que a correr (isto porque isso já é sonhar alto demais, quereria dizer que já estava de volta em forma, o que não é verdade) porta fora. E antes que pensem, isto na minha escola não funciona assim só que eu nem pensei, eu só fui.

Então, finalmente desenvolvendo o tema que já devem estar cansados de me ouvir. Como já estão mais que exaustos de ouvir, este primeiro período tem sido o autêntico desafio para mim, por todo o processo de recuperação em si, mas também por causa do facto de ter faltado a grande parte das aulas, seja por estar de atestado, seja por ter que faltar constantemente por causa de consultas médicas.

Enfim, resumindo e concluindo, fiz o teste de Economia faz hoje três semanas e acho que nunca nada me tinha corrido tão mal (salvos os testes de Matemática A e de Português, que são sempre uma desgraça astronómica). No entanto, tinha na ideia que ia tirar um 15... até a professora ter começado a corrigir o meu teste e ter vindo falar comigo muito preocupada com a situação. 

É assim, eu sou uma aluna de notas altas a Economia, nunca tinha tirado nada abaixo de 17 (salvo uma vez, mas isso aí quase nem teve peso na nota), fiquei sem chão ali mesmo. Daí a minha reação super dramática.

Hoje, finalmente, recebi o raio do teste e tirei 14. Epá, nunca tinha ficado tão feliz por ter aquela nota e, ainda que gostasse de ter tido mais, eu sabia que aquilo tinha sido um resultado que tinha obtido completamente sozinha, enquanto tinha perdido aulas de matéria, de revisões, e que aquele tinha sido o primeiro dia depois de outro atestado.

No geral, não ficaria contente, mas sei que estive próxima do 15 e que, ainda que não seja o meu ideal, eu não assisti a nada e o 14 que ali está era do meu estudo sozinha e da minha doença mal recuperada. Estou feliz. Estou, acima de tudo, aliviada.

Enfim, moral da história: a minha professora é uma autêntica drama queen que acabou por reconhecer que tinha exagerado e que a situação parecia mais crítica que aquilo que se revelou.

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